EM FAMÍLIA ESPIRITUAL
"Porque vês o argueiro no olho de teu
irmão, sem notar a trave que está no
teu próprio?"
(Mateus, 7:3)
Quanto mais nos adentramos no conhecimento de nós mesmos, mais se nos impõe a obrigação de compreender e desculpar, na sustentação do equilíbrio em nós e em torno de nós.
Daí a necessidade da convivência, em que nos espelhamos uns aos outros, não para criticar-nos, mas para entender-nos, através de bendita reciprocidade, nos vários cursos de tolerância, em que a vida nos situa, no clima da evolução terrestre.
Assim é que, no educandário da existência, aquele companheiro:
que somente identifica o lado imperfeito dos seus irmãos, sem observar-lhes a boa parte;
que jamais se vê disposto a esquecer as ofensas de que haja sido objeto;
que apenas se lembra dos adversários com o propósito de arrasá-los, sem reconhecer-lhes as dificuldades e os sofrimentos;
que não analisa as razões dos outros, a fixar-se unicamente nos direitos que julga pertencer-lhes;
que não se enxerga passível de censura ou de advertência, em momento algum;
que se considera invulnerável nas opiniões que emita ou na conduta que espose;
que não reconhece as próprias falhas e vigia incessantemente as faltas alheias;
que não se dispões a pronunciar uma só frase de consolação e esperança, em favor dos caídos na penúria moral;
que se utiliza da verdade exclusivamente para ameaçar ou ferir...
Será talvez de todos nós aquele que mais exija entendimento e ternura, de vez que, desajustado na intolerância, se mostra sempre desvalido de paz e necessitado de amor.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Ceifa de Luz.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1980.
30 Abril 2004
PERANTE A DESENCARNAÇÃO
Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou do amigo, vendo nisso
a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos.
Maior resignação, maior prova de confiança e entendimento.
Dispensar aparatos, pompas e encenações nos funerais de pessoas pelas quais se
responsabilize, abolir o uso de velas e coroas, crepes e imagens, e conferir ao cadáver o tempo preciso de preparação para o enterramento ou a cremação.
Nem todo Espírito se desliga prontamente do corpo.
Emitir para os companheiros desencarnados, sem exceção, pensamentos de
respeito, paz e carinho, seja qual for a sua condição.
A caridade é dever para todo clima.
Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da
pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.
O companheiro recém-desencarnado pede, sem palavras, a caridade da prece ou do
silêncio que o ajudem a refazer-se.
Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários
impróprios nos enterros a que comparecer.
A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.
Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de coroas e
flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário, fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam elas pessoais ou gerais.
A saudade somente constrói quando associada ao labor do bem.
Ajuizar detidamente as questões referentes a testamentos, resoluções e votos, antes da desencarnação, para não experimentar choques prováveis, ante inesperadas incompreensões de parentes e companheiros.
O corpo que morre não se refaz.
Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação,
quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência
humana.
A morte exprime realidade quase totalmente incompreendida na Terra.
“Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.” — Jesus. (JOÃO, 8:51.)
(Conduta Espírita – Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier)
Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou do amigo, vendo nisso
a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos.
Maior resignação, maior prova de confiança e entendimento.
Dispensar aparatos, pompas e encenações nos funerais de pessoas pelas quais se
responsabilize, abolir o uso de velas e coroas, crepes e imagens, e conferir ao cadáver o tempo preciso de preparação para o enterramento ou a cremação.
Nem todo Espírito se desliga prontamente do corpo.
Emitir para os companheiros desencarnados, sem exceção, pensamentos de
respeito, paz e carinho, seja qual for a sua condição.
A caridade é dever para todo clima.
Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da
pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.
O companheiro recém-desencarnado pede, sem palavras, a caridade da prece ou do
silêncio que o ajudem a refazer-se.
Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários
impróprios nos enterros a que comparecer.
A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.
Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de coroas e
flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário, fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam elas pessoais ou gerais.
A saudade somente constrói quando associada ao labor do bem.
Ajuizar detidamente as questões referentes a testamentos, resoluções e votos, antes da desencarnação, para não experimentar choques prováveis, ante inesperadas incompreensões de parentes e companheiros.
O corpo que morre não se refaz.
Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação,
quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência
humana.
A morte exprime realidade quase totalmente incompreendida na Terra.
“Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.” — Jesus. (JOÃO, 8:51.)
(Conduta Espírita – Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier)
29 Abril 2004
DIANTE DA TERRA
Teríamos sido, porventura, situados na gleba do mundo para fugir de colaborar no progresso do mundo, quando o mundo nos provê com tôdas as possibilidades necessárias ao progresso de nós mesmos?
Muitos companheiros se marginalizam em descanso indébito, junto à seara, alegando que não suportam os chamados problemas intermináveis do mundo; desejariam a estabilidade e a harmonia por fora, a fim de se mostrarem satisfeitos na Terra, quando a harmonia e a estabilidade devem morar por dentro de nós, de modo a que nossos encargos, à frente do próximo, se façam corretamente cumpridos.
O mundo, em todo tempo, é uma casa em reforma, com a lei da mudança a lhe presidir todos os movimentos, através de metamorfoses e dificuldades educativas.
O progresso é um caminho que avança. Daí, o imperativo de contarmos com oposições e obstáculos tôda vez que nos engajemos na edificação da felicidade geral.
Omissão, no entanto, é parada significando recuo.
Entendamo-nos na posição de obreiros, sob a pressão de crises renovadoras.
Todos faceamos permanente renovação, a cada passo da vida.
Nem tudo que tínhamos ontem por certo, nos quadros exteriores da experiência, continua como sendo certo nas horas de hoje. Os ideais e objetivos prosseguem os mesmos, a nos definirem aspiração e trabalho; entretanto, modificaram-se instrumentos e condições, estruturas e circunstâncias.
A Terra, porém, nos pede cooperação no levantamento do bem de todos e a ordem não é deserção e sim adaptação. Em suma, estamos chamados à vivência no mundo, a fim de compreendermos e melhorarmos a vida em nós e em tôrno de nós, servindo ao mundo, sem deixarmos de ser nós mesmos, e buscando a frente, mas sem perder o passo de nossos contemporâneos, para que não venhamos a correr o risco de seguir para frente demais.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Rumo Certo.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
5a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1991.
Teríamos sido, porventura, situados na gleba do mundo para fugir de colaborar no progresso do mundo, quando o mundo nos provê com tôdas as possibilidades necessárias ao progresso de nós mesmos?
Muitos companheiros se marginalizam em descanso indébito, junto à seara, alegando que não suportam os chamados problemas intermináveis do mundo; desejariam a estabilidade e a harmonia por fora, a fim de se mostrarem satisfeitos na Terra, quando a harmonia e a estabilidade devem morar por dentro de nós, de modo a que nossos encargos, à frente do próximo, se façam corretamente cumpridos.
O mundo, em todo tempo, é uma casa em reforma, com a lei da mudança a lhe presidir todos os movimentos, através de metamorfoses e dificuldades educativas.
O progresso é um caminho que avança. Daí, o imperativo de contarmos com oposições e obstáculos tôda vez que nos engajemos na edificação da felicidade geral.
Omissão, no entanto, é parada significando recuo.
Entendamo-nos na posição de obreiros, sob a pressão de crises renovadoras.
Todos faceamos permanente renovação, a cada passo da vida.
Nem tudo que tínhamos ontem por certo, nos quadros exteriores da experiência, continua como sendo certo nas horas de hoje. Os ideais e objetivos prosseguem os mesmos, a nos definirem aspiração e trabalho; entretanto, modificaram-se instrumentos e condições, estruturas e circunstâncias.
A Terra, porém, nos pede cooperação no levantamento do bem de todos e a ordem não é deserção e sim adaptação. Em suma, estamos chamados à vivência no mundo, a fim de compreendermos e melhorarmos a vida em nós e em tôrno de nós, servindo ao mundo, sem deixarmos de ser nós mesmos, e buscando a frente, mas sem perder o passo de nossos contemporâneos, para que não venhamos a correr o risco de seguir para frente demais.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Rumo Certo.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
5a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1991.
e aeeeeeee.... como vcs estão??
hj vim para convida-los para a XVII Festa de Maio, que vai acontecer na UEAF(União Espírita de Advertência Fraternal) na Rua Arthur Luiz Correa, 55, Voldac Volta Redonda nos dias 30/04, 01/05 e 02/05, no domingo dia 02/ alem da festa, tem Geralzona da Comeerj,Almoço com Chuleta, e peça de Teatro, com a participação desse que vós fala, uma peça que vai contar a historia de Joana de Cusa. conto com a presença de todos... inclusive vc Fabaum, o Povo da UEAF não morde não tá...
bjos e abraços para todos
hj vim para convida-los para a XVII Festa de Maio, que vai acontecer na UEAF(União Espírita de Advertência Fraternal) na Rua Arthur Luiz Correa, 55, Voldac Volta Redonda nos dias 30/04, 01/05 e 02/05, no domingo dia 02/ alem da festa, tem Geralzona da Comeerj,Almoço com Chuleta, e peça de Teatro, com a participação desse que vós fala, uma peça que vai contar a historia de Joana de Cusa. conto com a presença de todos... inclusive vc Fabaum, o Povo da UEAF não morde não tá...
bjos e abraços para todos
Bom dia para todos!!! Gostaria de agradecer a visita da Mônica, a visita do Daniel e a visita da Adriana. Obrigado à todos vocês que têm prestigiado nosso trabalho e ajudado a divulgar a doutrina espírita. Fazendo nossa parte estaremos contribuindo para que um dia a luz do espiritismo alcance o coração de todos!!! Um beijo no coração de vocês e que continuemos a estreitar esse laços, que como cordões fluídicos, nos unem em amor!!!
COMO SOFRES?
"Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte." - Pedro. (I PEDRO, 4:16.)
Não basta sofrer simplesmente para ascender à glória espiritual. Indispensável é
saber sofrer, extraindo as bênçãos de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz.
Muita gente padece, mas quantas criaturas se complicam, angustiadamente, por
não saberem aproveitar as provas retificadoras e santificantes?
Vemos os que recebem a calúnia, transmitindo-a aos vizinhos; os que são
atormentados por acusações, arrastando companheiros às perturbações que os assaltam;
e os que pretendem eliminar enfermidades reparadoras, com a desesperação.
Quantos corações se transformam em poços envenenados de ódio e amargura,
porque pequenos sofrimentos lhes invadiram o circulo pessoal? Não são poucos os que batem à porta da desilusão, da descrença, da desconfiança ou da revolta injustificáveis,
em razão de alguns caprichos desatentidos.
Seria útil sofrer com a volúpia de estender o sofrimento aos outros? não será
agravar a divida o ato de agressão ao credor, somente porque resolveu ele chamar-nos a contas?
Raros homens aprendem a encontrar o proveito das tribulações. A maioria
menospreza a oportunidade de edificação e, sobretudo, agrava os próprios débitos,
confundindo o próximo e precipitando companheiros em zonas perturbadas do caminho evolutivo.
Todas as criaturas sofrem no cadinho das experiências necessárias, mas bem
poucos espíritos sabem padecer como cristãos, glorificando a Deus.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
COMO SOFRES?
"Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte." - Pedro. (I PEDRO, 4:16.)
Não basta sofrer simplesmente para ascender à glória espiritual. Indispensável é
saber sofrer, extraindo as bênçãos de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz.
Muita gente padece, mas quantas criaturas se complicam, angustiadamente, por
não saberem aproveitar as provas retificadoras e santificantes?
Vemos os que recebem a calúnia, transmitindo-a aos vizinhos; os que são
atormentados por acusações, arrastando companheiros às perturbações que os assaltam;
e os que pretendem eliminar enfermidades reparadoras, com a desesperação.
Quantos corações se transformam em poços envenenados de ódio e amargura,
porque pequenos sofrimentos lhes invadiram o circulo pessoal? Não são poucos os que batem à porta da desilusão, da descrença, da desconfiança ou da revolta injustificáveis,
em razão de alguns caprichos desatentidos.
Seria útil sofrer com a volúpia de estender o sofrimento aos outros? não será
agravar a divida o ato de agressão ao credor, somente porque resolveu ele chamar-nos a contas?
Raros homens aprendem a encontrar o proveito das tribulações. A maioria
menospreza a oportunidade de edificação e, sobretudo, agrava os próprios débitos,
confundindo o próximo e precipitando companheiros em zonas perturbadas do caminho evolutivo.
Todas as criaturas sofrem no cadinho das experiências necessárias, mas bem
poucos espíritos sabem padecer como cristãos, glorificando a Deus.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
28 Abril 2004
Bem e Mal Sofrer
Quando o Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence", não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta: é preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem. Mais opulenta será a recompensa, do que penosa a aflição. Cumpre, porém, merecê-la, e é para isso que a vida se apresenta cheia de tribulações.
O militar que não é mandado para as linhas de fogo fica descontente, porque o repouso no campo nenhuma ascensão de posto lhe faculta. Sede, pois, como o militar e não desejeis um repouso em que o vosso corpo se enervaria e se entorpeceria a vossa alma. Alegrai-vos, quando Deus vos enviar para a luta. Não consiste esta no fogo da batalha, mas nos amargores da vida, onde, às vezes, de mais coragem se há mister do que num combate sangrento, porquanto não é raro que aquele que se mantém firme em presença do inimigo fraqueje nas tenazes de uma pena moral. Nenhuma recompensa obtém o homem por essa espécie de coragem; mas, Deus lhe reserva palmas de vitória e uma situação gloriosa. Quando vos advenha uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponde-vos a ela, e, quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, dizei, de vós para convosco, cheio de justa satisfação: "Fui o mais forte."
Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão centuplicada a alegria que lhes falta na Terra, porque depois do labor virá o repouso. - Lacordaire. (Havre, 1863.)
* * *
Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112a edição.
Quando o Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence", não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta: é preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem. Mais opulenta será a recompensa, do que penosa a aflição. Cumpre, porém, merecê-la, e é para isso que a vida se apresenta cheia de tribulações.
O militar que não é mandado para as linhas de fogo fica descontente, porque o repouso no campo nenhuma ascensão de posto lhe faculta. Sede, pois, como o militar e não desejeis um repouso em que o vosso corpo se enervaria e se entorpeceria a vossa alma. Alegrai-vos, quando Deus vos enviar para a luta. Não consiste esta no fogo da batalha, mas nos amargores da vida, onde, às vezes, de mais coragem se há mister do que num combate sangrento, porquanto não é raro que aquele que se mantém firme em presença do inimigo fraqueje nas tenazes de uma pena moral. Nenhuma recompensa obtém o homem por essa espécie de coragem; mas, Deus lhe reserva palmas de vitória e uma situação gloriosa. Quando vos advenha uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponde-vos a ela, e, quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, dizei, de vós para convosco, cheio de justa satisfação: "Fui o mais forte."
Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão centuplicada a alegria que lhes falta na Terra, porque depois do labor virá o repouso. - Lacordaire. (Havre, 1863.)
* * *
Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112a edição.
VOCÊ E OS OUTROS
Amigo, atendamos ao apelo da fraternidade.
Abra a própria alma às manifestações generosas para com todos os seres, sem trancar-se na torre de falsas situações, à frente do mundo.
A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros.
Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.
Evite a circunspecção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia.
Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta.
Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática.
Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhe ignora os sofrimentos.
Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas ou aos sapatos brilhantes, que possam mostrar.
Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade.
Dê atenção a quem lha peça, sem criar empecilhos.
Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósito de superioridade.
Faça amizades desinteressadamente.
Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração.
Ninguém pode fugir à convivência da Humanidade.
Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio.
Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo.
Seja comunicativo.
Sorria à criança.
Cumprimente o velhinho.
Converse com o doente.
Liberte o próprio coração, destruindo as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Apostilas da Vida.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
5a edição. Araras, SP: IDE, 1993.
Amigo, atendamos ao apelo da fraternidade.
Abra a própria alma às manifestações generosas para com todos os seres, sem trancar-se na torre de falsas situações, à frente do mundo.
A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros.
Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.
Evite a circunspecção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia.
Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta.
Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática.
Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhe ignora os sofrimentos.
Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas ou aos sapatos brilhantes, que possam mostrar.
Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade.
Dê atenção a quem lha peça, sem criar empecilhos.
Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósito de superioridade.
Faça amizades desinteressadamente.
Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração.
Ninguém pode fugir à convivência da Humanidade.
Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio.
Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo.
Seja comunicativo.
Sorria à criança.
Cumprimente o velhinho.
Converse com o doente.
Liberte o próprio coração, destruindo as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Apostilas da Vida.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
5a edição. Araras, SP: IDE, 1993.
AUTO-ENCONTRO
A ansiosa busca de afirmação da personalidade leva o indivíduo, não raro, a encetar esforços em favor das conquistas externas, que o deixam frustrado, normalmente insatisfeito.
Transfere-se, então, de uma para outra necessidade que se lhe torna meta prioritária, e, ao ser conseguida, novo desinteresse o domina, deixando-o aturdido.
A sucessão de transferências termina por exauri-lo, ferindo-lhe os interesses reais que ficam á margem.
Realmente, a existência física é uma proposta oportuna para a aquisição de valores que contribuem para a paz e a realização do ser inteligente. Isto, porém, somente será possível quando o centro de interesse não se desviar do tema central, que é a evolução.
Para ser conseguida, faz-se imprescindível uma avaliação de conteúdos, a fim de saber-se o que realmente é transitório e o que é de largo curso e duração.
Essa demorada reflexão selecionará os objetivos reais dos aparentes, ensejando a escolha daqueles que possuem as respostas e os recursos plenificadores.
Hoje, mais do que antes essa decisão se faz urgente, por motivos óbvios, pois que, enquanto escasseiam o equilíbrio individual e coletivo, a saúde e a felicidade, multiplicam-se os desaires e as angústias ceifando os ideais de enobrecimento humano.
*
Se de fato andas pela conquista da felicidade, tenta o auto-encontro.
Utilizando-te da meditação prolongada, penetrar-te-ás, descobrindo o teu ser real, imortal, que aguarda ensejo de desdobramento e realização.
Certamente, os primeiros tentames não te concederão resultados apreciáveis.
Perceberás que a fixação da mente na interiorização será interrompida, inúmeras vezes, pelas distrações habituais do intelecto e da falta de harmonia.
Desacostumado a uma imersão, a tua tentativa se fará prejudicada pela irrupção das idéias arquivadas no inconsciente, determinantes de tua conduta inquieta, irregular, conflitiva.
*
Concordamos que a criatura é conduzida, na maior parte das vezes, pelo inconsciente, que lhe dita o pensamento e as ações, como resultado normal das próprias construções mentais anteriores.
A mudança de hábito necessita de novo condicionamento, a fim de mergulhares nesse oceano tumultuado, atingindo-lhe o limite que concede acesso às praias da harmonia, do autodescobrimento, da realização interior.
Nessa façanha verás o desmoronar de muitas e vazias ambições, que cultivas por ignorância ou má educação; o soçobrar de inúmeros engodos; o desaparecer de incontáveis conflitos que te aturdem e devastam.
Amadurecerás lentamente e te acalmarás, não te deixando mais abater pelo desânino, nem exaltar pelo entusiasmo dos outros.
Ficarás imune à tentação do orgulho e à pedrada da inveja, à incompreensão gratuita e à inimizade perseguidora, porque somente darás atenção à necessidade de valorização do ser profundo e indestrutível que és.
Terminarás por te venceres, e essa será a tua mais admirável vitória.
Não cesses, portanto, logo comeces a busca interior, de dar-lhe prosseguimento se as dificuldades e distrações do ego se te apresentarem perturbadoras.
* * *
Divaldo Pereira Franco. Da obra: Momentos Enriquecedores.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1994.
A ansiosa busca de afirmação da personalidade leva o indivíduo, não raro, a encetar esforços em favor das conquistas externas, que o deixam frustrado, normalmente insatisfeito.
Transfere-se, então, de uma para outra necessidade que se lhe torna meta prioritária, e, ao ser conseguida, novo desinteresse o domina, deixando-o aturdido.
A sucessão de transferências termina por exauri-lo, ferindo-lhe os interesses reais que ficam á margem.
Realmente, a existência física é uma proposta oportuna para a aquisição de valores que contribuem para a paz e a realização do ser inteligente. Isto, porém, somente será possível quando o centro de interesse não se desviar do tema central, que é a evolução.
Para ser conseguida, faz-se imprescindível uma avaliação de conteúdos, a fim de saber-se o que realmente é transitório e o que é de largo curso e duração.
Essa demorada reflexão selecionará os objetivos reais dos aparentes, ensejando a escolha daqueles que possuem as respostas e os recursos plenificadores.
Hoje, mais do que antes essa decisão se faz urgente, por motivos óbvios, pois que, enquanto escasseiam o equilíbrio individual e coletivo, a saúde e a felicidade, multiplicam-se os desaires e as angústias ceifando os ideais de enobrecimento humano.
*
Se de fato andas pela conquista da felicidade, tenta o auto-encontro.
Utilizando-te da meditação prolongada, penetrar-te-ás, descobrindo o teu ser real, imortal, que aguarda ensejo de desdobramento e realização.
Certamente, os primeiros tentames não te concederão resultados apreciáveis.
Perceberás que a fixação da mente na interiorização será interrompida, inúmeras vezes, pelas distrações habituais do intelecto e da falta de harmonia.
Desacostumado a uma imersão, a tua tentativa se fará prejudicada pela irrupção das idéias arquivadas no inconsciente, determinantes de tua conduta inquieta, irregular, conflitiva.
*
Concordamos que a criatura é conduzida, na maior parte das vezes, pelo inconsciente, que lhe dita o pensamento e as ações, como resultado normal das próprias construções mentais anteriores.
A mudança de hábito necessita de novo condicionamento, a fim de mergulhares nesse oceano tumultuado, atingindo-lhe o limite que concede acesso às praias da harmonia, do autodescobrimento, da realização interior.
Nessa façanha verás o desmoronar de muitas e vazias ambições, que cultivas por ignorância ou má educação; o soçobrar de inúmeros engodos; o desaparecer de incontáveis conflitos que te aturdem e devastam.
Amadurecerás lentamente e te acalmarás, não te deixando mais abater pelo desânino, nem exaltar pelo entusiasmo dos outros.
Ficarás imune à tentação do orgulho e à pedrada da inveja, à incompreensão gratuita e à inimizade perseguidora, porque somente darás atenção à necessidade de valorização do ser profundo e indestrutível que és.
Terminarás por te venceres, e essa será a tua mais admirável vitória.
Não cesses, portanto, logo comeces a busca interior, de dar-lhe prosseguimento se as dificuldades e distrações do ego se te apresentarem perturbadoras.
* * *
Divaldo Pereira Franco. Da obra: Momentos Enriquecedores.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1994.
27 Abril 2004
EM CASA
Ninguém foge à Lei da Reencarnação.
ONTEM, atraiçoamos a confiança de um companheiro, induzindo-o à derrocada moral. HOJE, guardâmo-lo na condição do parente difícil, que nos pede sacrifício incessante.
ONTEM, abandonamos a jovem que nos amava, inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício. HOJE, têmo-la de volta por filha incompreensiva, necessitada do nosso amor.
ONTEM, colocamos o orgulho e a vaidade no peito de um irmão que nos seguia os exemplos menos felizes. HOJE, partilhamos com ele, à feição de esposo despótico ou de filho-problema, o cálice amargo da redenção.
ONTEM, esquecemos compromissos veneráveis, arrastando alguém ao suicídio. HOJE, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste.
ONTEM, abandonamos a companheira inexperiente, à míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da delinqüência. HOJE, achâmo-la ao nosso lado, na presença da esposa conturbada e doente, a exigir-nos a permanência no curso infatigável da tolerância.
ONTEM, dilaceramos a alma sensível de pais afetuosos e devotados, sangrando-lhes o espírito, a punhaladas de ingratidão. HOJE, moramos no espinheiro, em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinho e fidelidade.
À frente de toda dificuldade e de toda prova, abençoa sempre e faze o melhor que possas.
Ajuda aos que te partilham a experiência, ora pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem e desculpa todos aqueles que te injuriam...
A humildade é a chave de nossa libertação.
E, sejam quais sejam os teus obstáculos na família, é preciso reconhecer que toda construção moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos alicerces invisíveis da luta em casa.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Amor e Vida em Família.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
1995.
Ninguém foge à Lei da Reencarnação.
ONTEM, atraiçoamos a confiança de um companheiro, induzindo-o à derrocada moral. HOJE, guardâmo-lo na condição do parente difícil, que nos pede sacrifício incessante.
ONTEM, abandonamos a jovem que nos amava, inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício. HOJE, têmo-la de volta por filha incompreensiva, necessitada do nosso amor.
ONTEM, colocamos o orgulho e a vaidade no peito de um irmão que nos seguia os exemplos menos felizes. HOJE, partilhamos com ele, à feição de esposo despótico ou de filho-problema, o cálice amargo da redenção.
ONTEM, esquecemos compromissos veneráveis, arrastando alguém ao suicídio. HOJE, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste.
ONTEM, abandonamos a companheira inexperiente, à míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da delinqüência. HOJE, achâmo-la ao nosso lado, na presença da esposa conturbada e doente, a exigir-nos a permanência no curso infatigável da tolerância.
ONTEM, dilaceramos a alma sensível de pais afetuosos e devotados, sangrando-lhes o espírito, a punhaladas de ingratidão. HOJE, moramos no espinheiro, em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinho e fidelidade.
À frente de toda dificuldade e de toda prova, abençoa sempre e faze o melhor que possas.
Ajuda aos que te partilham a experiência, ora pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem e desculpa todos aqueles que te injuriam...
A humildade é a chave de nossa libertação.
E, sejam quais sejam os teus obstáculos na família, é preciso reconhecer que toda construção moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos alicerces invisíveis da luta em casa.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Amor e Vida em Família.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
1995.
DONATIVO DO CORAÇÃO
Seja a tua palavra clarão que ampare, chama que aquece, apoio que escore e bálsamo que restaure.
Sempre que te disponhas a sair de ti mesmo para o labor da beneficência, não olvides o donativo da coragem! Auxilia ao próximo por todos os meios corretos ao teu alcance, mas, acima de tudo, ampara o companheiro de qualquer condição ou de qualquer procedência, a sentir-se positivamente nosso irmão, tão necessitado quanto nós da paciência e do socorro de Deus.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Brilhe Vossa Luz.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
4a edição. Araras, SP: IDE, 1996.
Seja a tua palavra clarão que ampare, chama que aquece, apoio que escore e bálsamo que restaure.
Sempre que te disponhas a sair de ti mesmo para o labor da beneficência, não olvides o donativo da coragem! Auxilia ao próximo por todos os meios corretos ao teu alcance, mas, acima de tudo, ampara o companheiro de qualquer condição ou de qualquer procedência, a sentir-se positivamente nosso irmão, tão necessitado quanto nós da paciência e do socorro de Deus.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Brilhe Vossa Luz.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
4a edição. Araras, SP: IDE, 1996.
PALAVRAS
"Da mesma boca procede bênção e maldição." - (TIAGO, 3:10.)
Nunca te arrependerás:
De haver ouvido cem frases, pronunciando simplesmente uma ou outra pequena
observação.
De evitar o comentário alusivo ao mal, qualquer que seja.
De calar a explosão de cólera.
De preferir o silêncio nos instantes de irritação.
De renunciar aos palpites levianos nas menores controvérsias.
De não opinar em problemas que te não dizem respeito.
De esquivar-te a promessas que não poderias cumprir.
De meditar muitas horas sem abrir os lábios.
De apenas sorrir sempre que visitado pela desilusão ou pela amargura.
De fugir a reclamações de qualquer natureza.
De estimular o bem sob todos os prismas.
De pronunciar palavras de perdão e bondade.
De explanar sobre o otimismo, a fé e a esperança.
De exaltar a confiança no Céu.
De ensinar o que seja útil, verdadeiro e santificante.
De prestar informações que ajudem aos outros.
De exprimir bons pensamentos.
De formular apelos à fraternidade e à concórdia.
De demonstrar benevolência e compreensão.
De fortalecer o trabalho e a educação, a justiça e o dever, a paz e o bem, ainda
mesmo com sacrifício do próprio coração.
Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las.
Da mesma boca procede bênção ou maldição para o caminho.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
"Da mesma boca procede bênção e maldição." - (TIAGO, 3:10.)
Nunca te arrependerás:
De haver ouvido cem frases, pronunciando simplesmente uma ou outra pequena
observação.
De evitar o comentário alusivo ao mal, qualquer que seja.
De calar a explosão de cólera.
De preferir o silêncio nos instantes de irritação.
De renunciar aos palpites levianos nas menores controvérsias.
De não opinar em problemas que te não dizem respeito.
De esquivar-te a promessas que não poderias cumprir.
De meditar muitas horas sem abrir os lábios.
De apenas sorrir sempre que visitado pela desilusão ou pela amargura.
De fugir a reclamações de qualquer natureza.
De estimular o bem sob todos os prismas.
De pronunciar palavras de perdão e bondade.
De explanar sobre o otimismo, a fé e a esperança.
De exaltar a confiança no Céu.
De ensinar o que seja útil, verdadeiro e santificante.
De prestar informações que ajudem aos outros.
De exprimir bons pensamentos.
De formular apelos à fraternidade e à concórdia.
De demonstrar benevolência e compreensão.
De fortalecer o trabalho e a educação, a justiça e o dever, a paz e o bem, ainda
mesmo com sacrifício do próprio coração.
Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las.
Da mesma boca procede bênção ou maldição para o caminho.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
O Sábio e o Pássaro
Richard Simonetti
Conta-se que certa feita um jovem maldoso e inconseqüente resolveu pregar urna peça em idoso e experiente mestre, famoso por sua sabedoria.
—Quero ver se esse velho é realmente sábio, como dizem — pensou — Vou esconder um passarinho em minhas mãos. Depois, em presença de seus discípulos, vou perguntar-lhe se está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, eu o esmagarei e o apresentarei morto. Se ele falar que está morto eu abrirei a mão e o pássaro voará.
Realmente, uma armadilha infalível, como só a maldade pode conceber.
Aos olhos de quem presenciasse o encontro, qualquer que fosse a sua resposta, o sábio estaria incorrendo em erro.
E lá se foi o jovem mal-intencionado com sua armadilha perfeita.
Diante do ancião acompanhado dos aprendizes, fez a pergunta fatal:
—Mestre, este passarinho que tenho preso em minhas mãos, está vivo ou morro?
O sábio olhou bem fundo em seus olhos, como se examinasse os recônditos de sua alma, e respondeu:
—Meu filho, o destino desse pássaro está em suas mãos.
* * *
Esta história pode ser sugestivo exemplo da maldade humana que não vacila em esmagar inocentes para conseguir seus objetivos.
Será, também, uma demonstração das excelências da sabedoria, a sobrepor-se aos ardis da desonestidade.
Mas é, sobretudo, uma ilustração perfeita sare o destino humano, tão mal definido pelos religiosos em geral.
Consideram muitos que tudo acontece pela vontade de Deus, mesmo a doença, a miséria, a ignorância, o infortúnio...
Essa é a mais flagrante injustiça que cometemos contra o Criador, o pai de infinito amor e bondade revelado por Jesus.
A vida é dádiva divina, mas a qualidade de vida será sempre fruto das ações humanas.
Segundo os textos bíblicos, fomos criados à imagem e semelhança de Deus.
Filhos de Deus, o que caracteriza nossa condição é o poder criador que exercitamos como recurso dessa alavanca poderosa que se chama vontade.
Exercitando a vontade temos o poder de moldar nosso destino e de influenciar sobre o destino daqueles que nos rodeiam.
Há os que não vacilam em esmagar a Vida para alcançar seus objetivos, envolvendo-se com a ambição e a usura, a agressividade e a violência, a mentira e a desonestidade, o vício e o crime.
E há os que libertam a Vida, estimulando-a a ganhar as alturas, mãos abertas para a solidariedade.
Entre essas duas minorias, que se situam nos extremos, temos a maioria que não é má, mas não assume compromisso com o Bem.
Por isso, o mal no Mundo está muito mais relacionado com a omissão silenciosa dos que se acreditam bons, mas não desenvolvem nenhum esforço para evitar que os maus façam barulho.
Isso está bem claro na questão 932, de “O Livro dos Espíritos”:
Por que, no Mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
Observe, leitor amigo, o alcance da resposta, uma das mais contundentes da Codificação:
Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.
Poderíamos acrescentar que a omissão dos bons favorece ainda que as pessoas se envolvam com o mal, por que ninguém as ajuda, nem ampara, nem orienta, nem as atende em suas carências e necessidades.
* * *
Algum progresso tem sido alcançado.
Fala-se muito, na atualidade, sobre cidadania.
Ser cidadão é estarmos conscientes de nossos direitos.
É lutarmos por eles, a partir dos elementares direitos à saúde, à educação, à habitação e, sobretudo, o inalienável direito à vida.
É um passo importante.
Podemos melhorar as condições de vida de uma sociedade, trabalhando pelos direitos humanos.
Mas há outro passo, bem mais importante:
É preciso assumir deveres, particularmente o dever fundamental de exercitar a solidariedade, vivenciando a lição maior de Jesus: prestar ao semelhante todo benefício que gostaríamos de receber dele se sofrêssemos suas carências.
* * *
A mão que liberta o homem da doença, da miséria, da ignorância, do infortúnio, para que a Vida ganhe as alturas, deve ser a filosofia de trabalho de todo Centro Espírita e, por extensão, de todos os espíritas.
A Doutrina Espírita deixa bem claro que não podemos nos omitir diante das misérias humanas.
É preciso fazer algo pelo semelhante.
O destino de nossa sociedade é o somatório de nossas ações.
Não se faz uma sociedade boa se, a par do exercício de cidadania, não houver o cultivo da solidariedade.
E aqueles que participam, que se dedicam a esse mister, logo fazem uma descoberta maravilhosa.
No empenho de ajudar o próximo, libertam-se das inquietações e angústias que afligem o homem comum, preso ao egoísmo.
Ajudando alguém a erguer-se de suas misérias, pairam acima das inquietações humanas.
Contribuindo para clarear sendas alheias, iluminam o próprio caminho...
E influenciando para o bem o destino de seus irmãos, percebem, deslumbrados, que encontraram sua gloriosa destinação.
Revista Reformador - Março - 1998
Richard Simonetti
Conta-se que certa feita um jovem maldoso e inconseqüente resolveu pregar urna peça em idoso e experiente mestre, famoso por sua sabedoria.
—Quero ver se esse velho é realmente sábio, como dizem — pensou — Vou esconder um passarinho em minhas mãos. Depois, em presença de seus discípulos, vou perguntar-lhe se está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, eu o esmagarei e o apresentarei morto. Se ele falar que está morto eu abrirei a mão e o pássaro voará.
Realmente, uma armadilha infalível, como só a maldade pode conceber.
Aos olhos de quem presenciasse o encontro, qualquer que fosse a sua resposta, o sábio estaria incorrendo em erro.
E lá se foi o jovem mal-intencionado com sua armadilha perfeita.
Diante do ancião acompanhado dos aprendizes, fez a pergunta fatal:
—Mestre, este passarinho que tenho preso em minhas mãos, está vivo ou morro?
O sábio olhou bem fundo em seus olhos, como se examinasse os recônditos de sua alma, e respondeu:
—Meu filho, o destino desse pássaro está em suas mãos.
* * *
Esta história pode ser sugestivo exemplo da maldade humana que não vacila em esmagar inocentes para conseguir seus objetivos.
Será, também, uma demonstração das excelências da sabedoria, a sobrepor-se aos ardis da desonestidade.
Mas é, sobretudo, uma ilustração perfeita sare o destino humano, tão mal definido pelos religiosos em geral.
Consideram muitos que tudo acontece pela vontade de Deus, mesmo a doença, a miséria, a ignorância, o infortúnio...
Essa é a mais flagrante injustiça que cometemos contra o Criador, o pai de infinito amor e bondade revelado por Jesus.
A vida é dádiva divina, mas a qualidade de vida será sempre fruto das ações humanas.
Segundo os textos bíblicos, fomos criados à imagem e semelhança de Deus.
Filhos de Deus, o que caracteriza nossa condição é o poder criador que exercitamos como recurso dessa alavanca poderosa que se chama vontade.
Exercitando a vontade temos o poder de moldar nosso destino e de influenciar sobre o destino daqueles que nos rodeiam.
Há os que não vacilam em esmagar a Vida para alcançar seus objetivos, envolvendo-se com a ambição e a usura, a agressividade e a violência, a mentira e a desonestidade, o vício e o crime.
E há os que libertam a Vida, estimulando-a a ganhar as alturas, mãos abertas para a solidariedade.
Entre essas duas minorias, que se situam nos extremos, temos a maioria que não é má, mas não assume compromisso com o Bem.
Por isso, o mal no Mundo está muito mais relacionado com a omissão silenciosa dos que se acreditam bons, mas não desenvolvem nenhum esforço para evitar que os maus façam barulho.
Isso está bem claro na questão 932, de “O Livro dos Espíritos”:
Por que, no Mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
Observe, leitor amigo, o alcance da resposta, uma das mais contundentes da Codificação:
Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.
Poderíamos acrescentar que a omissão dos bons favorece ainda que as pessoas se envolvam com o mal, por que ninguém as ajuda, nem ampara, nem orienta, nem as atende em suas carências e necessidades.
* * *
Algum progresso tem sido alcançado.
Fala-se muito, na atualidade, sobre cidadania.
Ser cidadão é estarmos conscientes de nossos direitos.
É lutarmos por eles, a partir dos elementares direitos à saúde, à educação, à habitação e, sobretudo, o inalienável direito à vida.
É um passo importante.
Podemos melhorar as condições de vida de uma sociedade, trabalhando pelos direitos humanos.
Mas há outro passo, bem mais importante:
É preciso assumir deveres, particularmente o dever fundamental de exercitar a solidariedade, vivenciando a lição maior de Jesus: prestar ao semelhante todo benefício que gostaríamos de receber dele se sofrêssemos suas carências.
* * *
A mão que liberta o homem da doença, da miséria, da ignorância, do infortúnio, para que a Vida ganhe as alturas, deve ser a filosofia de trabalho de todo Centro Espírita e, por extensão, de todos os espíritas.
A Doutrina Espírita deixa bem claro que não podemos nos omitir diante das misérias humanas.
É preciso fazer algo pelo semelhante.
O destino de nossa sociedade é o somatório de nossas ações.
Não se faz uma sociedade boa se, a par do exercício de cidadania, não houver o cultivo da solidariedade.
E aqueles que participam, que se dedicam a esse mister, logo fazem uma descoberta maravilhosa.
No empenho de ajudar o próximo, libertam-se das inquietações e angústias que afligem o homem comum, preso ao egoísmo.
Ajudando alguém a erguer-se de suas misérias, pairam acima das inquietações humanas.
Contribuindo para clarear sendas alheias, iluminam o próprio caminho...
E influenciando para o bem o destino de seus irmãos, percebem, deslumbrados, que encontraram sua gloriosa destinação.
Revista Reformador - Março - 1998
26 Abril 2004
DOMÍNIO DA IRA
Tão comuns se te fazem a irritabilidade e o reproche, que estás perdendo o equilíbrio, o discernimento sobre o limite das tuas forças.
Habituas-te à reprimenda e à contrariedade de tal forma, que perdes o controle da emoção, deixando de lado os requisitos da urbanidade e do respeito ao próximo.
Freqüentemente deixas-te arrastar pela insidiosa violência, que se te vai instalando no comportamento, passando de um estado de paz ao de guerra por motivo de somenos importância.
Sem te dares conta, perdes o contato do amor e passas a ser temido, por extensão detestado.
A irascibilidade gera doenças graves, responsáveis por distonias físicas e mentais de largo alcance.
Da ira ao ódio o passo é breve, momentâneo, e o recuo difícil.
Tem tento, e faze uma revisão dos teus atos, tornando-te mais comedido e pacificado.
*
Ouve quem te fala, sem idéia preconcebida.
Desarma a emoção, a fim de agires com imparcialidade.
A idéia preconceituosa abre espaço mental à irascibilidade.
É necessário combater com ações mentais contínuas, as reações que te assomam entorpecendo-te a lucidez e fazendo-te um tresvariado.
A reflexão e o reconhecimento dos próprios erros são recursos valiosos para combater a irritação sistemática.
Tem a coragem de reconhecer que erras, que te comprometes, não te voltando contra os outros como efeito normal do teu insucesso.
*
A ira cega, enlouquece.
Provocando uma vasoconstrição violenta no sistema circulatório, leva à apoplexia, ao enfarto, à morte.
*
Um momento de irritação, e fica destruída uma excelente Obra.
O trabalho de um período demorado reduz-se a cinzas, qual ocorre com a faísca de fogo atingindo material de fácil combustão.
A ira separa os indivíduos e fomenta lutas desditosas.
*
Estanca o passo e retrocede na viagem do desequilíbrio.
Recorre à oração.
Evita as pessoas maledicentes, queixosas, venenosas. Elas se te fazem estímulo constante à irritabilidade, ao armamento emocional contra os outros.
*
A tua vida é preciosa, e deves colocar todas as tuas forças a serviço do amor.
Desde que és forte, investe na bondade, na paciência e no perdão, que são degraus de ascensao.
Para baixo é fácil, sem esforço, o processo de queda.
A sublimação, a subida espiritual, são o desafio para os teus valores morais.
Aplica-os com sabedoria e fruirás de paz, aureolado pela simpatia que envolve e felicita a todos.
Ademais, a ira é porta de acesso à obsessão, à interferência perniciosa dos Espíritos maus, enquanto o amor; a doçura e o perdão são liames de ligação com Deus, plenificando o homem.
* * *
Divaldo Pereira Franco. Da obra: Momentos de Felicidade.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1990.
Tão comuns se te fazem a irritabilidade e o reproche, que estás perdendo o equilíbrio, o discernimento sobre o limite das tuas forças.
Habituas-te à reprimenda e à contrariedade de tal forma, que perdes o controle da emoção, deixando de lado os requisitos da urbanidade e do respeito ao próximo.
Freqüentemente deixas-te arrastar pela insidiosa violência, que se te vai instalando no comportamento, passando de um estado de paz ao de guerra por motivo de somenos importância.
Sem te dares conta, perdes o contato do amor e passas a ser temido, por extensão detestado.
A irascibilidade gera doenças graves, responsáveis por distonias físicas e mentais de largo alcance.
Da ira ao ódio o passo é breve, momentâneo, e o recuo difícil.
Tem tento, e faze uma revisão dos teus atos, tornando-te mais comedido e pacificado.
*
Ouve quem te fala, sem idéia preconcebida.
Desarma a emoção, a fim de agires com imparcialidade.
A idéia preconceituosa abre espaço mental à irascibilidade.
É necessário combater com ações mentais contínuas, as reações que te assomam entorpecendo-te a lucidez e fazendo-te um tresvariado.
A reflexão e o reconhecimento dos próprios erros são recursos valiosos para combater a irritação sistemática.
Tem a coragem de reconhecer que erras, que te comprometes, não te voltando contra os outros como efeito normal do teu insucesso.
*
A ira cega, enlouquece.
Provocando uma vasoconstrição violenta no sistema circulatório, leva à apoplexia, ao enfarto, à morte.
*
Um momento de irritação, e fica destruída uma excelente Obra.
O trabalho de um período demorado reduz-se a cinzas, qual ocorre com a faísca de fogo atingindo material de fácil combustão.
A ira separa os indivíduos e fomenta lutas desditosas.
*
Estanca o passo e retrocede na viagem do desequilíbrio.
Recorre à oração.
Evita as pessoas maledicentes, queixosas, venenosas. Elas se te fazem estímulo constante à irritabilidade, ao armamento emocional contra os outros.
*
A tua vida é preciosa, e deves colocar todas as tuas forças a serviço do amor.
Desde que és forte, investe na bondade, na paciência e no perdão, que são degraus de ascensao.
Para baixo é fácil, sem esforço, o processo de queda.
A sublimação, a subida espiritual, são o desafio para os teus valores morais.
Aplica-os com sabedoria e fruirás de paz, aureolado pela simpatia que envolve e felicita a todos.
Ademais, a ira é porta de acesso à obsessão, à interferência perniciosa dos Espíritos maus, enquanto o amor; a doçura e o perdão são liames de ligação com Deus, plenificando o homem.
* * *
Divaldo Pereira Franco. Da obra: Momentos de Felicidade.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1990.
ACIDENTES
Reflitamos nisto:
se tiveres humildade e calma,
num instante de crise,
guarda a certeza
de que conseguirás
evitar longo tempo
de remorso e pesar.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Caminhos.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
2a edição. Jabaquara, SP: CEU, 1981.
Reflitamos nisto:
se tiveres humildade e calma,
num instante de crise,
guarda a certeza
de que conseguirás
evitar longo tempo
de remorso e pesar.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Caminhos.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
2a edição. Jabaquara, SP: CEU, 1981.
23 Abril 2004
O ESPIRITISMO, A COMUNICAÇÃO E A INTERNET
"A missão do Espiritismo é transformar o homem, para que o mundo se transforme"
Sabemos que a evolução acontece através das experiências que vivemos, através dos relacionamentos, da troca de idéias e informações e dos meios de divulgação das idéias.
A divulgação do Espiritismo nos tempos atuais é extremamente importante. O Espiritismo precisa sair das quatro paredes do Centro Espírita. Cada um de nós pode contribuir, dentro de suas possibilidades, difundindo a mensagem espírita para a humanidade encarnada, numa chamada de consciência para que o homem alcance horizontes mais altos.
Como divulgar? Através da comunicação. Essa é a dinâmica para o desenvolvimento e a evolução dos povos, da sociedade, do homem.
No passado, a comunicação se fazia através dos sinais de fumaça (150 a.C) ou através dos sons dos tambores e, por muito tempo, ficou limitada aos meios de transporte.
Na evolução do processo da comunicação no planeta, não podemos deixar de citar algumas ilustres personalidades. Dentre eles, destaco Cândido Mariano da Silva Rondon, Marechal Rondon, denominado "Patrono das Comunicações". O marechal Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em 1865, no Estado de Mato Grosso. Autêntico bandeirante do Século XX, faleceu em 1958 e foi um dos pioneiros das comunicações no Brasil, no seu mais amplo sentido de integração nacional.
Catalogou cerca de 20.000 novos exemplares da fauna e flora nacionais; 15 novos rios figurando nos mapas brasileiros; 7.000km de linhas telegráficas em plena Amazônia; estudos dos usos e costumes dos habitantes dos lugares percorridos; e pacificação de tribos indígenas com os brancos e entre si. São esses os resultados das expedições de Rondon aos rincões ignotos do Brasil, as quais totalizaram, aproximadamente, 35.000 km de rios e trilhas, o que conferiu ao insigne chefe militar a condição de explorador que penetrou mais extensamente em terras tropicais, reconhecido pela Sociedade Geográfica de Nova Iorque. A atividade de Rondon, cumprida em mais de 25 anos passados na selva, não se limitou apenas a propiciar comunicações entre brasileiros. Contribuiu para a integração nacional.
Quando se fala na origem das comunicações no Brasil, nos ligamos à figura histórica do Imperador Dom Pedro II. Ele foi o responsável pelos primeiros cabos submarinos, interligando cidades do nosso país e o nosso país à Europa. Foi D. Pedro II que determinou a instalação das primeiras linhas telefônicas no Brasil e, em 1889, quando do final do Império, o Brasil era destaque dentre os países dotados de expressiva malha de telecomunicações. D. Pedro II foi homenageado pelo Governo Federal em 1982, tendo sua efígie cunhada no verso das medalhas da "Ordem do Mérito das Comunicações". Hoje temos 25,5 milhões de linhas telefônicas instaladas.
São nomes que contribuíram e conhecidos. Entretanto existem muitas personalidades que permaneceram desconhecidas, injustiçadas ou no anonimato. Um exemplo é Roberto Landell de Moura. A grande maioria dos brasileiros nunca ouviu falar dele, apesar da importância de seus inventos.
Aprendemos que foi Guglielmo Marconi o inventor do aparelho transmissor de rádio, mas apenas uma pequena minoria sabe que o homem que conseguiu a primeira transmissão da voz humana, sem fio, ou seja pela irradiação de uma onda eletromagnética modulada com um sinal de áudio, foi o Padre Landell, como gostava de ser chamado.
A transmissão e a detecção do sinal foi realizada em Junho de 1900, entre o bairro de Santana e a Avenida Paulista, numa distância de aproximadamente 8 quilômetros.
Naquela época já existia na comunicação por meios elétricos, o telegrafo por fios, invenção consignada a Samuel Morse (1837), o telefone com fio, de Graham Bell (1876) e a radiotelegrafia de Guglielmo Marconi (1895).
O grande desafio era justamente transmitir um sinal de áudio sem utilizar fios e esse feito foi conseguido pelo padre cientista Landell de Moura. Seu mérito é ainda maior se considerarmos que desenvolveu tudo sozinho.
No ano de 1900, enquanto o grande feito de Marconi não ultrapassava a distância de 24 quilômetros, o Padre Landell de Moura obtinha do governo brasileiro a carta patente nº 3279, reconhecendo-lhe os méritos de pioneirismo científico, universal, na área das telecomunicações.
Em 1901, apesar de todas as dificuldades, embarcou para os Estados Unidos e em fins de 1904, o The Patent Office at Washington concedeu-lhe três cartas patentes: para o telégrafo sem fio, para o telefone sem fio e para o transmissor de ondas sonoras, precursor do rádio. Em agosto de 1904, um dos documentos que ele batizou de "The telephotorama ou Visão à distância", nos leva a concluir que estava caminhando para o processo de transmissão e recepção de imagens, ou seja, a Televisão, que só em 1926, teria sua primeira demonstração pública. Infere-se de alguns de seus manuscritos que alguns dos problemas da videocomunicação já tinham sido resolvidos por ele. Alguns documentos deixados foram analisados por técnicos da Telebrás, que concluíram serem uma tentativa de construir um registrador telegráfico. Isto indica, que na pior das hipóteses, que Padre Landell pelo menos idealizou o controle remoto pelo rádio ou teletipo, invenções que na história oficial ficaram conhecidas respectivamente durante a primeira guerra mundial e em 1928. Com respaldo das patentes norte americanas em sua bagagem, Padre Landell imaginou que certamente seu destino mudaria. De volta ao Brasil, uma das primeiras coisas que fez foi escrever ao Presidente da República, Rodrigues Alves, solicitando dois navios para demonstrar suas invenções. Um assessor do governo o procurou e Padre Landell informou que desejava a maior distância possível entre os navios, e isto naquele momento, por que no futuro, quando aperfeiçoasse os seus aparelhos, serviriam até para comunicações interplanetárias. Mais uma vez o Padre Landell foi julgado louco - "E ainda por cima é espírita", diziam - embora hoje se saiba que sua afirmação não estava destituída de fundamento.
O Padre Roberto Landell de Moura nasceu na cidade de Porto Alegre, RS, em 1861. Pesquisou e descobriu que os corpos animados ou inanimados são circundados por halos de energia luminosa colorida invisíveis a olho nu. Há documento alusivos a essa descoberta datados de 1907. Ele chegou, inclusive, a fotografar o efeito que, na história oficial, seria batizado de "Efeito Kirlian" em 1939, por causa dos trabalhos do casal soviético Semyon e Valentina Kirlian. Recentemente, técnicos da Cientec reconstruíram um dos aparelhos patenteados nos Estados Unidos, o "Transmissor de Ondas" que hoje está exposto na FEPLAN (Fundação Educacional Padre Landell de Moura) em Porto Alegre. Constatou-se que o transmissor atinge uma larga faixa do espectro de rádio freqüências e é captado, inclusive na faixa de F.M.(Freqüência Modulada). Dentro de suas limitações, o aparelho funciona, o que é uma prova incontestável do talento do Padre Landell, pioneiro da Telegrafia-sem-fio, o precursor da Radiotelefonia, o bandeirante da própria Televisão, o descobridor das Ondas Landeleanas, e de tantas e tantas outras descobertas notáveis.
A Popularização do Rádio
Com o fim da 1a Guerra Mundial, a indústria americana Westinghouse ficou com um grande estoque de aparelhos de rádio, fabricados para atender as tropas na guerra. Para poder então comercializar aqueles aparelhos, a empresa instalou uma antena no pátio da fábrica, e, utilizando a música como estratégia de marketing, vendeu-os para os habitantes do bairro.
No Brasil, um dos países pioneiros no setor, a radiodifusão comercial iniciou-se em 1919. A primeira transmissão radiofônica oficial brasileira ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 7 de setembro de 1922, na comemoração do centenário da Independência do Brasil, transmitindo o discurso do Presidente Epitácio Pessoa. A primeira estação de rádio, "Rádio Sociedade Rio de Janeiro" foi fundada em abril de 1923 por Edgard Roquete Pinto, o "Pai do Rádio Brasileiro", e Henrique Morize. Roquette Pinto manifestava, emocionado, o sucesso do novo invento:
"Todos os lares espalhados pelo imenso território brasileiro receberão, livremente, o conforto moral da ciência e da arte. A Paz será realidade entre as nações.
Tudo isso há de ser o milagre das ondas misteriosas que transportarão no espaço, silenciosamente, as harmonias".
Em 1923 é fundada a primeira emissora paulista: "Rádio Educadora Paulista".
E, antes da radiodifusão sonora haver alcançado níveis de desenvolvimento completo, a partir de 1930 o mundo adentrava na "era da televisão".
Assis Chateaubriand, espírito pioneiro e empreendedor, amante das comunicações, construiu uma vasta cadeia de jornais e emissoras de rádio, espalhadas pelo Brasil e foi quem determinou a importação dos primeiros equipamentos de geração de TV, destinados a implantar duas emissoras no ano de 1950. No dia 18 de setembro de 1950 era inaugurada em São Paulo, a primeira estação de Televisão brasileira: PRF-3TV. Os estúdios da PRF-3TV situam-se num dos bairros mais altos de São Paulo, o Sumaré. Subiu aos ares, então, o primeiro programa regular de televisão, anunciado pela voz de Homero Silva, o conhecido locutor paulista.
A Era da Internet
A Internet é uma rede mundial de computadores que não pertence a nenhum governo ou empresa. Surgiu nos Estados Unidos na década de 60, para atender à necessidade militar de defender o país no caso de um ataque nuclear. Em 1975 foram feitas as primeiras ligações internacionais. Surge então a expressão ciberespaço, que significa espaço virtual e sem fronteiras.
A Internet hoje é maior rede mundial de comunicação, interligando computadores de grande, médio e pequeno porte e uma gama variada de pessoas com interesses em negócios, pesquisa, marketing, lazer, comunicação, turismo, propaganda, cultura e tantas outras áreas quanto se possa imaginar. No Brasil, pesquisas realizadas em agosto de 1999, apontam mais de 8 milhões de usuários, ou seja, a comunidade virtual seria a segunda maior cidade do nosso País. Devido ao baixo custo de acesso, há uma demanda potencial para que esse número continue crescendo aceleradamente, estando em cada lar que disponha de uma linha telefônica e de um microcomputador. Também segundo pesquisas, a cada 20 minutos são criadas 4 mil Home Pages no mundo.
Hoje é possível ouvir rádio, assistir TV, ler livros, jornais, revistas, interagindo em tempo real com os acontecimentos, participando efetivamente, enviando sugestões, opiniões, cartas, telefonemas, reunindo grupos afins, participando de palestras, conversando com pessoas residentes em outros países, que não fosse a Internet, jamais seria possível.
Desde sua implantação foram os próprios usuários que inventaram novos recursos e novas aplicações e, felizmente, dentre eles, muitos espíritas determinados a divulgar a Doutrina codificada por Allan Kardec. Atualmente o número de sites espíritas é muito grande e presente em quase todos os países do Globo. É evidente que o veículo pode e deve, como vem fazendo na divulgação do Espiritismo, ser um instrumento de real valor na difusão das idéias Espíritas, mas desde que trabalhem as mensagens, comentários e assuntos sobre a ótica de Kardec, atentando principalmente para os princípios éticos e morais da Doutrina dos Espíritos. As atividades espíritas na Internet são, entre outras:
divulgação da Doutrina Espírita
estudo e esclarecimento doutrinário
estudos programados (cursos)
palestras virtuais
reuniões virtuais
auxílio fraterno e apoio moral
vibrações e tratamento de desobsessão
orações com fundo musical
livros Espíritas virtuais
boletins e jornais eletrônicos
programa de rádio
bazar virtual
criação de laços de amizade
Algumas experiências vem sendo feitas com bom aproveitamento via internet em nosso país. É o caso da ABRADE – Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo e do IPEPE – Instituto de Intercâmbio do Pensamento Espírita de Pernambuco, cujas reuniões acontecem virtualmente.
Estamos ligados ao mundo e quem sabe num breve futuro, estaremos ligados ao Universo. Cada um de nós, "plugado" nesse ciberespaço, pode contribuir para que o progresso moral se aproxime do grande progresso tecnológico que se processa.
"A difusão espírita é justamente o esforço no qual todos os homens de boa vontade devem estar engajados" (Cairbar Schutel)
A Internet é o que cada pessoa quiser que ela seja.
"O futuro do Espiritismo será aquilo que os homens fizerem dele"
León Denis
Fontes:
http://www.bn.com.br/radios-antigos/frame4.htm
http://www.mc.gov.br/ministerio/mc_historia.htm
http://www.mec.gov.br
http://www.riogrande.com.br/historia/comunicacoes1a.htm
Ida Della Monica
mddd@netpoint.com.br
Origem do Artigo na Internet ADE-SP - http://www.adesp.cjb.net/
"A missão do Espiritismo é transformar o homem, para que o mundo se transforme"
Sabemos que a evolução acontece através das experiências que vivemos, através dos relacionamentos, da troca de idéias e informações e dos meios de divulgação das idéias.
A divulgação do Espiritismo nos tempos atuais é extremamente importante. O Espiritismo precisa sair das quatro paredes do Centro Espírita. Cada um de nós pode contribuir, dentro de suas possibilidades, difundindo a mensagem espírita para a humanidade encarnada, numa chamada de consciência para que o homem alcance horizontes mais altos.
Como divulgar? Através da comunicação. Essa é a dinâmica para o desenvolvimento e a evolução dos povos, da sociedade, do homem.
No passado, a comunicação se fazia através dos sinais de fumaça (150 a.C) ou através dos sons dos tambores e, por muito tempo, ficou limitada aos meios de transporte.
Na evolução do processo da comunicação no planeta, não podemos deixar de citar algumas ilustres personalidades. Dentre eles, destaco Cândido Mariano da Silva Rondon, Marechal Rondon, denominado "Patrono das Comunicações". O marechal Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em 1865, no Estado de Mato Grosso. Autêntico bandeirante do Século XX, faleceu em 1958 e foi um dos pioneiros das comunicações no Brasil, no seu mais amplo sentido de integração nacional.
Catalogou cerca de 20.000 novos exemplares da fauna e flora nacionais; 15 novos rios figurando nos mapas brasileiros; 7.000km de linhas telegráficas em plena Amazônia; estudos dos usos e costumes dos habitantes dos lugares percorridos; e pacificação de tribos indígenas com os brancos e entre si. São esses os resultados das expedições de Rondon aos rincões ignotos do Brasil, as quais totalizaram, aproximadamente, 35.000 km de rios e trilhas, o que conferiu ao insigne chefe militar a condição de explorador que penetrou mais extensamente em terras tropicais, reconhecido pela Sociedade Geográfica de Nova Iorque. A atividade de Rondon, cumprida em mais de 25 anos passados na selva, não se limitou apenas a propiciar comunicações entre brasileiros. Contribuiu para a integração nacional.
Quando se fala na origem das comunicações no Brasil, nos ligamos à figura histórica do Imperador Dom Pedro II. Ele foi o responsável pelos primeiros cabos submarinos, interligando cidades do nosso país e o nosso país à Europa. Foi D. Pedro II que determinou a instalação das primeiras linhas telefônicas no Brasil e, em 1889, quando do final do Império, o Brasil era destaque dentre os países dotados de expressiva malha de telecomunicações. D. Pedro II foi homenageado pelo Governo Federal em 1982, tendo sua efígie cunhada no verso das medalhas da "Ordem do Mérito das Comunicações". Hoje temos 25,5 milhões de linhas telefônicas instaladas.
São nomes que contribuíram e conhecidos. Entretanto existem muitas personalidades que permaneceram desconhecidas, injustiçadas ou no anonimato. Um exemplo é Roberto Landell de Moura. A grande maioria dos brasileiros nunca ouviu falar dele, apesar da importância de seus inventos.
Aprendemos que foi Guglielmo Marconi o inventor do aparelho transmissor de rádio, mas apenas uma pequena minoria sabe que o homem que conseguiu a primeira transmissão da voz humana, sem fio, ou seja pela irradiação de uma onda eletromagnética modulada com um sinal de áudio, foi o Padre Landell, como gostava de ser chamado.
A transmissão e a detecção do sinal foi realizada em Junho de 1900, entre o bairro de Santana e a Avenida Paulista, numa distância de aproximadamente 8 quilômetros.
Naquela época já existia na comunicação por meios elétricos, o telegrafo por fios, invenção consignada a Samuel Morse (1837), o telefone com fio, de Graham Bell (1876) e a radiotelegrafia de Guglielmo Marconi (1895).
O grande desafio era justamente transmitir um sinal de áudio sem utilizar fios e esse feito foi conseguido pelo padre cientista Landell de Moura. Seu mérito é ainda maior se considerarmos que desenvolveu tudo sozinho.
No ano de 1900, enquanto o grande feito de Marconi não ultrapassava a distância de 24 quilômetros, o Padre Landell de Moura obtinha do governo brasileiro a carta patente nº 3279, reconhecendo-lhe os méritos de pioneirismo científico, universal, na área das telecomunicações.
Em 1901, apesar de todas as dificuldades, embarcou para os Estados Unidos e em fins de 1904, o The Patent Office at Washington concedeu-lhe três cartas patentes: para o telégrafo sem fio, para o telefone sem fio e para o transmissor de ondas sonoras, precursor do rádio. Em agosto de 1904, um dos documentos que ele batizou de "The telephotorama ou Visão à distância", nos leva a concluir que estava caminhando para o processo de transmissão e recepção de imagens, ou seja, a Televisão, que só em 1926, teria sua primeira demonstração pública. Infere-se de alguns de seus manuscritos que alguns dos problemas da videocomunicação já tinham sido resolvidos por ele. Alguns documentos deixados foram analisados por técnicos da Telebrás, que concluíram serem uma tentativa de construir um registrador telegráfico. Isto indica, que na pior das hipóteses, que Padre Landell pelo menos idealizou o controle remoto pelo rádio ou teletipo, invenções que na história oficial ficaram conhecidas respectivamente durante a primeira guerra mundial e em 1928. Com respaldo das patentes norte americanas em sua bagagem, Padre Landell imaginou que certamente seu destino mudaria. De volta ao Brasil, uma das primeiras coisas que fez foi escrever ao Presidente da República, Rodrigues Alves, solicitando dois navios para demonstrar suas invenções. Um assessor do governo o procurou e Padre Landell informou que desejava a maior distância possível entre os navios, e isto naquele momento, por que no futuro, quando aperfeiçoasse os seus aparelhos, serviriam até para comunicações interplanetárias. Mais uma vez o Padre Landell foi julgado louco - "E ainda por cima é espírita", diziam - embora hoje se saiba que sua afirmação não estava destituída de fundamento.
O Padre Roberto Landell de Moura nasceu na cidade de Porto Alegre, RS, em 1861. Pesquisou e descobriu que os corpos animados ou inanimados são circundados por halos de energia luminosa colorida invisíveis a olho nu. Há documento alusivos a essa descoberta datados de 1907. Ele chegou, inclusive, a fotografar o efeito que, na história oficial, seria batizado de "Efeito Kirlian" em 1939, por causa dos trabalhos do casal soviético Semyon e Valentina Kirlian. Recentemente, técnicos da Cientec reconstruíram um dos aparelhos patenteados nos Estados Unidos, o "Transmissor de Ondas" que hoje está exposto na FEPLAN (Fundação Educacional Padre Landell de Moura) em Porto Alegre. Constatou-se que o transmissor atinge uma larga faixa do espectro de rádio freqüências e é captado, inclusive na faixa de F.M.(Freqüência Modulada). Dentro de suas limitações, o aparelho funciona, o que é uma prova incontestável do talento do Padre Landell, pioneiro da Telegrafia-sem-fio, o precursor da Radiotelefonia, o bandeirante da própria Televisão, o descobridor das Ondas Landeleanas, e de tantas e tantas outras descobertas notáveis.
A Popularização do Rádio
Com o fim da 1a Guerra Mundial, a indústria americana Westinghouse ficou com um grande estoque de aparelhos de rádio, fabricados para atender as tropas na guerra. Para poder então comercializar aqueles aparelhos, a empresa instalou uma antena no pátio da fábrica, e, utilizando a música como estratégia de marketing, vendeu-os para os habitantes do bairro.
No Brasil, um dos países pioneiros no setor, a radiodifusão comercial iniciou-se em 1919. A primeira transmissão radiofônica oficial brasileira ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 7 de setembro de 1922, na comemoração do centenário da Independência do Brasil, transmitindo o discurso do Presidente Epitácio Pessoa. A primeira estação de rádio, "Rádio Sociedade Rio de Janeiro" foi fundada em abril de 1923 por Edgard Roquete Pinto, o "Pai do Rádio Brasileiro", e Henrique Morize. Roquette Pinto manifestava, emocionado, o sucesso do novo invento:
"Todos os lares espalhados pelo imenso território brasileiro receberão, livremente, o conforto moral da ciência e da arte. A Paz será realidade entre as nações.
Tudo isso há de ser o milagre das ondas misteriosas que transportarão no espaço, silenciosamente, as harmonias".
Em 1923 é fundada a primeira emissora paulista: "Rádio Educadora Paulista".
E, antes da radiodifusão sonora haver alcançado níveis de desenvolvimento completo, a partir de 1930 o mundo adentrava na "era da televisão".
Assis Chateaubriand, espírito pioneiro e empreendedor, amante das comunicações, construiu uma vasta cadeia de jornais e emissoras de rádio, espalhadas pelo Brasil e foi quem determinou a importação dos primeiros equipamentos de geração de TV, destinados a implantar duas emissoras no ano de 1950. No dia 18 de setembro de 1950 era inaugurada em São Paulo, a primeira estação de Televisão brasileira: PRF-3TV. Os estúdios da PRF-3TV situam-se num dos bairros mais altos de São Paulo, o Sumaré. Subiu aos ares, então, o primeiro programa regular de televisão, anunciado pela voz de Homero Silva, o conhecido locutor paulista.
A Era da Internet
A Internet é uma rede mundial de computadores que não pertence a nenhum governo ou empresa. Surgiu nos Estados Unidos na década de 60, para atender à necessidade militar de defender o país no caso de um ataque nuclear. Em 1975 foram feitas as primeiras ligações internacionais. Surge então a expressão ciberespaço, que significa espaço virtual e sem fronteiras.
A Internet hoje é maior rede mundial de comunicação, interligando computadores de grande, médio e pequeno porte e uma gama variada de pessoas com interesses em negócios, pesquisa, marketing, lazer, comunicação, turismo, propaganda, cultura e tantas outras áreas quanto se possa imaginar. No Brasil, pesquisas realizadas em agosto de 1999, apontam mais de 8 milhões de usuários, ou seja, a comunidade virtual seria a segunda maior cidade do nosso País. Devido ao baixo custo de acesso, há uma demanda potencial para que esse número continue crescendo aceleradamente, estando em cada lar que disponha de uma linha telefônica e de um microcomputador. Também segundo pesquisas, a cada 20 minutos são criadas 4 mil Home Pages no mundo.
Hoje é possível ouvir rádio, assistir TV, ler livros, jornais, revistas, interagindo em tempo real com os acontecimentos, participando efetivamente, enviando sugestões, opiniões, cartas, telefonemas, reunindo grupos afins, participando de palestras, conversando com pessoas residentes em outros países, que não fosse a Internet, jamais seria possível.
Desde sua implantação foram os próprios usuários que inventaram novos recursos e novas aplicações e, felizmente, dentre eles, muitos espíritas determinados a divulgar a Doutrina codificada por Allan Kardec. Atualmente o número de sites espíritas é muito grande e presente em quase todos os países do Globo. É evidente que o veículo pode e deve, como vem fazendo na divulgação do Espiritismo, ser um instrumento de real valor na difusão das idéias Espíritas, mas desde que trabalhem as mensagens, comentários e assuntos sobre a ótica de Kardec, atentando principalmente para os princípios éticos e morais da Doutrina dos Espíritos. As atividades espíritas na Internet são, entre outras:
divulgação da Doutrina Espírita
estudo e esclarecimento doutrinário
estudos programados (cursos)
palestras virtuais
reuniões virtuais
auxílio fraterno e apoio moral
vibrações e tratamento de desobsessão
orações com fundo musical
livros Espíritas virtuais
boletins e jornais eletrônicos
programa de rádio
bazar virtual
criação de laços de amizade
Algumas experiências vem sendo feitas com bom aproveitamento via internet em nosso país. É o caso da ABRADE – Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo e do IPEPE – Instituto de Intercâmbio do Pensamento Espírita de Pernambuco, cujas reuniões acontecem virtualmente.
Estamos ligados ao mundo e quem sabe num breve futuro, estaremos ligados ao Universo. Cada um de nós, "plugado" nesse ciberespaço, pode contribuir para que o progresso moral se aproxime do grande progresso tecnológico que se processa.
"A difusão espírita é justamente o esforço no qual todos os homens de boa vontade devem estar engajados" (Cairbar Schutel)
A Internet é o que cada pessoa quiser que ela seja.
"O futuro do Espiritismo será aquilo que os homens fizerem dele"
León Denis
Fontes:
http://www.bn.com.br/radios-antigos/frame4.htm
http://www.mc.gov.br/ministerio/mc_historia.htm
http://www.mec.gov.br
http://www.riogrande.com.br/historia/comunicacoes1a.htm
Ida Della Monica
mddd@netpoint.com.br
Origem do Artigo na Internet ADE-SP - http://www.adesp.cjb.net/
22 Abril 2004
Reflexões
“O filho sábio é a alegria de seu pai, mas o filho insensato é a tristeza da mãe.”
Provérbios, 10:1
“Vara e correção dão sabedoria, mas o menino abandonado a si mesmo causa vergonha a sua mãe.”
Provérbios, 29:15
“Quem poupa a vara odeia o filho, mas quem o ama corrige-o desde de cedo.”
Provérbios, 13:24
“Corrige teu filho e dar-te-á descanso, proporcionando prazer a tua alma.”
Provérbios, Capítulo 29:17
“O filho sábio é a alegria de seu pai, mas o filho insensato é a tristeza da mãe.”
Provérbios, 10:1
“Vara e correção dão sabedoria, mas o menino abandonado a si mesmo causa vergonha a sua mãe.”
Provérbios, 29:15
“Quem poupa a vara odeia o filho, mas quem o ama corrige-o desde de cedo.”
Provérbios, 13:24
“Corrige teu filho e dar-te-á descanso, proporcionando prazer a tua alma.”
Provérbios, Capítulo 29:17
ANOTE HOJE
Anote quanto auxílio poderá você prestar ainda hoje. Em casa, pense no valor desse ou daquele gesto de cooperação e carinho.
No relacionamento comum, faça a gentileza que alguém esteja aguardando conforme a sua palavra.
No grupo de trabalho, ouça com bondade a frase menos feliz sem passá-la adiante.
Ofereça apoio e compreensão ao colega em dificuldade.
Estimule o serviço com expressões de louvor.
Quanto puder, procure resolver problemas sem alardear seu esforço.
Em qualquer lugar, pratique a boa influência.
Desculpe faltas alheias, consciente de que você também pode errar.
Observe quanto auxílio poderá você desenvolver no trânsito, respeitando sinais.
Acrescente paz e reconforto à dadiva que fizer.
Evite gritar para não chocar a quem ouve.
Pague a sua pequena prestação de serviço à comunidade, conservando a limpeza, por onde passe.
Sobretudo, mostre simpatia e reconhecerá que o seu sorriso, em favor dos outros, é sempre uma chave de luz para que você encontre novas bênçãos de Deus.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Amanhece.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
GEEM.
Anote quanto auxílio poderá você prestar ainda hoje. Em casa, pense no valor desse ou daquele gesto de cooperação e carinho.
No relacionamento comum, faça a gentileza que alguém esteja aguardando conforme a sua palavra.
No grupo de trabalho, ouça com bondade a frase menos feliz sem passá-la adiante.
Ofereça apoio e compreensão ao colega em dificuldade.
Estimule o serviço com expressões de louvor.
Quanto puder, procure resolver problemas sem alardear seu esforço.
Em qualquer lugar, pratique a boa influência.
Desculpe faltas alheias, consciente de que você também pode errar.
Observe quanto auxílio poderá você desenvolver no trânsito, respeitando sinais.
Acrescente paz e reconforto à dadiva que fizer.
Evite gritar para não chocar a quem ouve.
Pague a sua pequena prestação de serviço à comunidade, conservando a limpeza, por onde passe.
Sobretudo, mostre simpatia e reconhecerá que o seu sorriso, em favor dos outros, é sempre uma chave de luz para que você encontre novas bênçãos de Deus.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Amanhece.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
GEEM.
20 Abril 2004
AFLIÇÃO VAZIA
Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.
No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.
Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranquila.
Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária...
Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.
Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.
Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Encontro marcado.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
www.fotolog.net/comeerj
Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.
No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.
Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranquila.
Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária...
Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.
Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.
Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Encontro marcado.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
www.fotolog.net/comeerj
INDICAÇÃO DE PEDRO
"Aparte-se do mal, e faça o bem; busque a paz, e siga-a." - Pedro. (I PEDRO, 3:11.)
A indicação do grande apóstolo, para que tenhamos dias felizes, parece
extremamente simples pelo reduzido número de palavras, mas revela um campo imenso de obrigações.
Não é fácil apartar-se do mal, consubstanciado nos desvios inúmeros de nossa
alma através de consecutivas reencarnações, e é muito difícil praticar o bem, dentro das nocivas paixões pessoais que nos empolgam a personalidade, cabendo-nos ainda reconhecer que, se nos conservarmos envolvidos na túnica pesada de nossos velhos caprichos, é impossível buscar a paz e segui-la.
Cegaram-nos males numerosos, aos quais nos inclinamos nas sendas evolutivas,
e acostumados ao exclusivismo e ao atrito inútil, no desperdício de energias sagradas, ignoramos como procurar a tranqüilidade consoladora. Esta é a situação real da maioria dos encarnados e de grande parte dos desencarnados que se acomodam aos círculos do homem, porque a morte física não soluciona problemas que condizem com o foro íntimo de cada um.
A palavra de Pedro, desse modo, vale por desafio generoso.
Nosso esforço deve convergir para a grande realização.
Dilacere-se-nos o ideal ou fira-se-nos a alma, apartemo-nos do mal e pratiquemos
o bem possível, identifiquemos a verdadeira paz e sigamo-la. E tão logo alcancemos as primeiras expressões do sublime serviço, referente à própria edificação, lembremo-nos de que não basta evitar o mal e sim nos afastarmos dele, semeando sempre o bem, e que não vale tão-somente desejar a paz, mas buscá-la e segui-la com toda a persistência de nossa fé.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
"Aparte-se do mal, e faça o bem; busque a paz, e siga-a." - Pedro. (I PEDRO, 3:11.)
A indicação do grande apóstolo, para que tenhamos dias felizes, parece
extremamente simples pelo reduzido número de palavras, mas revela um campo imenso de obrigações.
Não é fácil apartar-se do mal, consubstanciado nos desvios inúmeros de nossa
alma através de consecutivas reencarnações, e é muito difícil praticar o bem, dentro das nocivas paixões pessoais que nos empolgam a personalidade, cabendo-nos ainda reconhecer que, se nos conservarmos envolvidos na túnica pesada de nossos velhos caprichos, é impossível buscar a paz e segui-la.
Cegaram-nos males numerosos, aos quais nos inclinamos nas sendas evolutivas,
e acostumados ao exclusivismo e ao atrito inútil, no desperdício de energias sagradas, ignoramos como procurar a tranqüilidade consoladora. Esta é a situação real da maioria dos encarnados e de grande parte dos desencarnados que se acomodam aos círculos do homem, porque a morte física não soluciona problemas que condizem com o foro íntimo de cada um.
A palavra de Pedro, desse modo, vale por desafio generoso.
Nosso esforço deve convergir para a grande realização.
Dilacere-se-nos o ideal ou fira-se-nos a alma, apartemo-nos do mal e pratiquemos
o bem possível, identifiquemos a verdadeira paz e sigamo-la. E tão logo alcancemos as primeiras expressões do sublime serviço, referente à própria edificação, lembremo-nos de que não basta evitar o mal e sim nos afastarmos dele, semeando sempre o bem, e que não vale tão-somente desejar a paz, mas buscá-la e segui-la com toda a persistência de nossa fé.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
19 Abril 2004
ABENÇOA E PASSA
Não basta recear a violência.
É preciso algo fazer para erradicá-la.
Indubitavelmente, as medidas de repressão, mantidas pelos dispositivos legais do mundo, são recursos que a limitam, entretanto, nós todos, - os espíritos encarnados e desencarnados, - com vínculos na Terra, podemos colaborar na solução do problema.
Compadeçamo-nos dos irmãos envolvidos nas sombras da delinqüência, a fim de que se nos inclinem os sentimentos para a indulgência e para a compreensão.
Tanto quanto puderes, não participes de boatos ou de julgamentos precipitados, em torno de situações e pessoas.
Silencia ante quaisquer palavras agressivas que te forem dirigidas, onde estejas, e segue adiante, buscando o endereço das próprias obrigações.
Não eleves o tom de voz, entremostrando superioridade, à frente dos outros.
Não te entregues à manifestações de azedume e revolta, mesmo quando sintas, por dentro da própria alma, o gosto amargo dessa ou daquela desilusão.
Respeita a carência alheia e não provoques os irmãos ignorantes ou infelizes com a exibição das disponibilidades que os Desígnios Divinos te confiaram para determinadas aplicações louváveis e justas.
Ao invés de criticar, procura o lado melhor das criaturas e das ocorrências, de modo a construíres o bem, onde estiveres.
Auxilia para a efevação, abençoando sempre.
Lembra-te: o morrão aceso é capaz de gerar incêndios calamitosos e, às vezes, num gesto infeliz de nossa parte, pode suscitar nos outros as piores reações de vandalismo e destruição.
Francisco Cândido Xavier, Da obra: Atenção.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
16a edição. Araras, SP: IDE, 1997.
Acesse nosso Site: www.fotolog.net/comeerj
Não basta recear a violência.
É preciso algo fazer para erradicá-la.
Indubitavelmente, as medidas de repressão, mantidas pelos dispositivos legais do mundo, são recursos que a limitam, entretanto, nós todos, - os espíritos encarnados e desencarnados, - com vínculos na Terra, podemos colaborar na solução do problema.
Compadeçamo-nos dos irmãos envolvidos nas sombras da delinqüência, a fim de que se nos inclinem os sentimentos para a indulgência e para a compreensão.
Tanto quanto puderes, não participes de boatos ou de julgamentos precipitados, em torno de situações e pessoas.
Silencia ante quaisquer palavras agressivas que te forem dirigidas, onde estejas, e segue adiante, buscando o endereço das próprias obrigações.
Não eleves o tom de voz, entremostrando superioridade, à frente dos outros.
Não te entregues à manifestações de azedume e revolta, mesmo quando sintas, por dentro da própria alma, o gosto amargo dessa ou daquela desilusão.
Respeita a carência alheia e não provoques os irmãos ignorantes ou infelizes com a exibição das disponibilidades que os Desígnios Divinos te confiaram para determinadas aplicações louváveis e justas.
Ao invés de criticar, procura o lado melhor das criaturas e das ocorrências, de modo a construíres o bem, onde estiveres.
Auxilia para a efevação, abençoando sempre.
Lembra-te: o morrão aceso é capaz de gerar incêndios calamitosos e, às vezes, num gesto infeliz de nossa parte, pode suscitar nos outros as piores reações de vandalismo e destruição.
Francisco Cândido Xavier, Da obra: Atenção.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
16a edição. Araras, SP: IDE, 1997.
Acesse nosso Site: www.fotolog.net/comeerj
16 Abril 2004
Agora voltamos com gás total e contamos com a sua ajuda
Pessoal, estou falando de um velho trabalho que deixamos de lado e que agora volta com toda a força, mas precisamos de vocês.
O trabalho que deixamos p/ trás é o Fotolog da Comeerj.
agora podem acessar, será uma foto nova diariamente e esperamos sua visita!
http://www.fotolog.net/comeerj
Se quiserem mandar fotos da COMEERJ para serem postadas, mandem para:
fabaun@ibest.com.br
Um abraço e que JESUS nos abençoe
Pessoal, estou falando de um velho trabalho que deixamos de lado e que agora volta com toda a força, mas precisamos de vocês.
O trabalho que deixamos p/ trás é o Fotolog da Comeerj.
agora podem acessar, será uma foto nova diariamente e esperamos sua visita!
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Se quiserem mandar fotos da COMEERJ para serem postadas, mandem para:
fabaun@ibest.com.br
Um abraço e que JESUS nos abençoe
OBSERVE PARA ATENDER
A piedade é o melancólico, mas
celeste precursor da caridade.
primeira das virtudes que a tem
por irmã e cujos benefícios ela
prepara e enobrece.
(Alan Kardec, E.S.E. Cap.XIII- ltem 17).
Você comentará falhas alheias, sem resultado edificante, e se fará dilapidador das fraquezas do próximo.
Você censurará o vizinho, sem lhe retificar a posição, e se converterá em juiz impiedoso das vicissitudes dos outros.
Você discutirá as imperfeições do amigo, sem lhe modificar a situação moral, e se transformará em algoz de quem já é vitima de si mesmo.
Você debaterá problemas dos conhecidos, sem os solucionar, e se tornará leviano examinador das causas que lhe não pertencem.
Você exporá feridas do caráter das pessoas, sem as medicar, e se situará na condiçao de enfermeiro negligente em doenças a que lhe não cabe oferecer assistência.
Cale o verbo que não ajuda, observe e sirva.
Você caminha sob a mesma ameaça. Os outros observam-no também.
Deixe que a tentação da censura morra asfixiada no algodão do silêncio.
Ninguém é infeliz por prazer.
Os que mais erram são doentes contumazes que requerem o medicamento fraterno da prece e do entendimento.
O comentário improdutivo é gás que asfixia as plantas da esperança alheia.
Sua censura é espinho na alma do vizinho.
A exposição dos insucessos do próximo é estilete a ferir-lhe a chaga aberta.
Recorde o Mestre e examine-se.
Sua ascensão apóia-se na ascensão dos companheiros.
A queda de alguém é embaraço em seu caminho.
Auxilie sem exigência e indistintamente.
Permita ao grande tempo a tarefa de corrigir e educar. Confira a você mesmo o impositivo somente de ajudar.
Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão.
Ditado pelo Espírito Marco Prisco.
4a edição. Salvador, BA: LEAL, 1993.
A piedade é o melancólico, mas
celeste precursor da caridade.
primeira das virtudes que a tem
por irmã e cujos benefícios ela
prepara e enobrece.
(Alan Kardec, E.S.E. Cap.XIII- ltem 17).
Você comentará falhas alheias, sem resultado edificante, e se fará dilapidador das fraquezas do próximo.
Você censurará o vizinho, sem lhe retificar a posição, e se converterá em juiz impiedoso das vicissitudes dos outros.
Você discutirá as imperfeições do amigo, sem lhe modificar a situação moral, e se transformará em algoz de quem já é vitima de si mesmo.
Você debaterá problemas dos conhecidos, sem os solucionar, e se tornará leviano examinador das causas que lhe não pertencem.
Você exporá feridas do caráter das pessoas, sem as medicar, e se situará na condiçao de enfermeiro negligente em doenças a que lhe não cabe oferecer assistência.
Cale o verbo que não ajuda, observe e sirva.
Você caminha sob a mesma ameaça. Os outros observam-no também.
Deixe que a tentação da censura morra asfixiada no algodão do silêncio.
Ninguém é infeliz por prazer.
Os que mais erram são doentes contumazes que requerem o medicamento fraterno da prece e do entendimento.
O comentário improdutivo é gás que asfixia as plantas da esperança alheia.
Sua censura é espinho na alma do vizinho.
A exposição dos insucessos do próximo é estilete a ferir-lhe a chaga aberta.
Recorde o Mestre e examine-se.
Sua ascensão apóia-se na ascensão dos companheiros.
A queda de alguém é embaraço em seu caminho.
Auxilie sem exigência e indistintamente.
Permita ao grande tempo a tarefa de corrigir e educar. Confira a você mesmo o impositivo somente de ajudar.
Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão.
Ditado pelo Espírito Marco Prisco.
4a edição. Salvador, BA: LEAL, 1993.
“Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.”
Paulo – (II Co, 3:17.)
Um dos pontos mais marcantes da mensagem cristã que o Espiritismo revive é a aplicação da Lei de Liberdade 1. Com o conhecimento dessa lei amplia-se de forma ainda mais profunda a compreensão da grandiosidade de Deus e de sua Justiça.
Jesus, o guia e modelo para todos nós, a exemplificou, além de nos ensinar, tornando nula qualquer pretensão de tentar vincular a sua Doutrina, repleta de amor e de sabedoria, aos procedimentos de imposição de idéias que, inúmeras vezes, foram adotados em seu nome. Expressões como: “Se alguém quiser vir nas minhas pegadas, renuncie a si mesmo (...)” 2; “Se me amais, guardai os meus mandamentos (...)” 3; “(...) aquele que quiser tornar-se o maior, seja vosso servo (...)” 4, não deixam duvidas quanto ao respeito que Jesus, em nome da Providência Divina, sempre dedicou ao direito que todo ser humano tem de exercer a sua liberdade, enfrentar os seus desafios e adquirir a experiência de que necessita para a sua evolução.
Uma realidade que o estudo da Lei de Liberdade nos demonstra é que ela nunca se apresenta sozinha. A liberdade, que nos permite agir do modo que quisermos, sempre se faz acompanhar da res-ponsabilidade, que é a resposta das Leis Divinas e Naturais à nossa ação. Isto nos ensina a usar a liberdade de tal modo que a resposta da Natureza atenda aos nossos interesses de progresso e melhoria
espirituais, construindo a paz junto à nossa consciência. Aprendemos, também, que a liberdade cresce no homem à medida que cresce o seu conhecimento dessas leis, como cresce também, na mesma proporção, a sua responsabilidade.
Percebe-se, assim, o equilíbrio em tudo o que nos cerca, presidido pela Lei de Amor que emana de Deus, que nos estimula à prática da caridade plena, como o caminho mais adequado à nossa evolução espiritual, edificada através do exercício consciente da liberdade.
1 - KARDEC, Allan.O Livro dos Espíritos, Parte 3 a , cap. X, p. 383.
2 - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXIV, item 18, p. 353.
3 - Idem, ibidem, cap. VI, item 3, p. 128.
4 - Idem, ibidem, cap. VII, item 4, p. 135.
O Reformador - Março de 2004
Paulo – (II Co, 3:17.)
Um dos pontos mais marcantes da mensagem cristã que o Espiritismo revive é a aplicação da Lei de Liberdade 1. Com o conhecimento dessa lei amplia-se de forma ainda mais profunda a compreensão da grandiosidade de Deus e de sua Justiça.
Jesus, o guia e modelo para todos nós, a exemplificou, além de nos ensinar, tornando nula qualquer pretensão de tentar vincular a sua Doutrina, repleta de amor e de sabedoria, aos procedimentos de imposição de idéias que, inúmeras vezes, foram adotados em seu nome. Expressões como: “Se alguém quiser vir nas minhas pegadas, renuncie a si mesmo (...)” 2; “Se me amais, guardai os meus mandamentos (...)” 3; “(...) aquele que quiser tornar-se o maior, seja vosso servo (...)” 4, não deixam duvidas quanto ao respeito que Jesus, em nome da Providência Divina, sempre dedicou ao direito que todo ser humano tem de exercer a sua liberdade, enfrentar os seus desafios e adquirir a experiência de que necessita para a sua evolução.
Uma realidade que o estudo da Lei de Liberdade nos demonstra é que ela nunca se apresenta sozinha. A liberdade, que nos permite agir do modo que quisermos, sempre se faz acompanhar da res-ponsabilidade, que é a resposta das Leis Divinas e Naturais à nossa ação. Isto nos ensina a usar a liberdade de tal modo que a resposta da Natureza atenda aos nossos interesses de progresso e melhoria
espirituais, construindo a paz junto à nossa consciência. Aprendemos, também, que a liberdade cresce no homem à medida que cresce o seu conhecimento dessas leis, como cresce também, na mesma proporção, a sua responsabilidade.
Percebe-se, assim, o equilíbrio em tudo o que nos cerca, presidido pela Lei de Amor que emana de Deus, que nos estimula à prática da caridade plena, como o caminho mais adequado à nossa evolução espiritual, edificada através do exercício consciente da liberdade.
1 - KARDEC, Allan.O Livro dos Espíritos, Parte 3 a , cap. X, p. 383.
2 - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXIV, item 18, p. 353.
3 - Idem, ibidem, cap. VI, item 3, p. 128.
4 - Idem, ibidem, cap. VII, item 4, p. 135.
O Reformador - Março de 2004
15 Abril 2004
JESUS NO LAR
O culto do Evangelho no Lar aperfeiçoa o homem.
O homem aperfeiçoado ilumina a família.
A família iluminada melhora a comunidade.
A comunidade melhorada eleva a nação.
O homem evangelizado adquire compreensão e amor.
A família iluminada conquista entendimento e harmonia.
A comunidade melhorada produz trabalho e fraternidade.
A nação elevada orienta-se no direito, na justiça e no bem.
Espiritismo sem Evangelho é fenômeno ou raciocínio.
O fenômeno deslumbra. O raciocínio indaga.
Descobrir novos campos de luta e pensar em torno deles não expressa tudo.
Imprescíndivel conhecer o próprio destino.
Não basta, pois, a certeza de que a vida continua infinita, além da morte.
É necessário clarear o caminho.
Do Evangelho no lar, depende o aprimoramento do homem.
Do homem edificado em Jesus Cristo depende a melhoria e a redenção do mundo.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Nosso Livro.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
LAKE.
O culto do Evangelho no Lar aperfeiçoa o homem.
O homem aperfeiçoado ilumina a família.
A família iluminada melhora a comunidade.
A comunidade melhorada eleva a nação.
O homem evangelizado adquire compreensão e amor.
A família iluminada conquista entendimento e harmonia.
A comunidade melhorada produz trabalho e fraternidade.
A nação elevada orienta-se no direito, na justiça e no bem.
Espiritismo sem Evangelho é fenômeno ou raciocínio.
O fenômeno deslumbra. O raciocínio indaga.
Descobrir novos campos de luta e pensar em torno deles não expressa tudo.
Imprescíndivel conhecer o próprio destino.
Não basta, pois, a certeza de que a vida continua infinita, além da morte.
É necessário clarear o caminho.
Do Evangelho no lar, depende o aprimoramento do homem.
Do homem edificado em Jesus Cristo depende a melhoria e a redenção do mundo.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Nosso Livro.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
LAKE.
14 Abril 2004
DECÁLOGO DA VONTADE
"Todas as virtudes e todos os
vícios são inerentes ao Espírito".
(Allan Kardec - E.S.E., Cap. IX, ltem 10)
Poupe-me à tentação, antes que me fortaleça, e eu o salvarei dos vícios futuros. Ainda sou muito jovem no equilíbrio.
Conduza-me ao dever e eu o ajudarei no caminho evolutivo. Necessito de um serviço nobre para manter-me.
Inspire-me a caridade e eu enflorescerei as avenidas de sua alma. Tenho sede de crescimento.
Impila-me ao trabalho e eu expulsarei de seu lar interior a preguiça destruidora. É imprescindível que ocupe minhas horas.
Ajude-me na resistência, oferecendo-me a oração, e eu deixarei asseada sua casa mental. Requeiro imediato auxílio para não desfalecer.
Exercite-me na inspiração do bem e eu o coroarei de luz. Tenho sido servidora da indolência e preciso de renovaçao.
Procure conhecer-me com mais atenção e o farei feliz. Sou velha amiga que a indiferença venceu.
Conceda-me nova oportunidade, quando eu tombar, e lhe darei força desconhecida. Lembre-se de que sou vulnerável à reincidência.
Evite-me os embates muito rudes, no momento, e vencerei para a sua paz todas as forças negativas que trabalham contra você. Necessito de tempo para fortalecer-me.
Tenha paciência comigo e, juntos, chegaremos à felicidade plena. Nasci com você e nunca nos separaremos. Ajude-me e o farei livre.
Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão.
Ditado pelo Espírito Marco Prisco.
4a edição. Salvador, BA: LEAL, 1993.
"Todas as virtudes e todos os
vícios são inerentes ao Espírito".
(Allan Kardec - E.S.E., Cap. IX, ltem 10)
Poupe-me à tentação, antes que me fortaleça, e eu o salvarei dos vícios futuros. Ainda sou muito jovem no equilíbrio.
Conduza-me ao dever e eu o ajudarei no caminho evolutivo. Necessito de um serviço nobre para manter-me.
Inspire-me a caridade e eu enflorescerei as avenidas de sua alma. Tenho sede de crescimento.
Impila-me ao trabalho e eu expulsarei de seu lar interior a preguiça destruidora. É imprescindível que ocupe minhas horas.
Ajude-me na resistência, oferecendo-me a oração, e eu deixarei asseada sua casa mental. Requeiro imediato auxílio para não desfalecer.
Exercite-me na inspiração do bem e eu o coroarei de luz. Tenho sido servidora da indolência e preciso de renovaçao.
Procure conhecer-me com mais atenção e o farei feliz. Sou velha amiga que a indiferença venceu.
Conceda-me nova oportunidade, quando eu tombar, e lhe darei força desconhecida. Lembre-se de que sou vulnerável à reincidência.
Evite-me os embates muito rudes, no momento, e vencerei para a sua paz todas as forças negativas que trabalham contra você. Necessito de tempo para fortalecer-me.
Tenha paciência comigo e, juntos, chegaremos à felicidade plena. Nasci com você e nunca nos separaremos. Ajude-me e o farei livre.
Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão.
Ditado pelo Espírito Marco Prisco.
4a edição. Salvador, BA: LEAL, 1993.
Bom dia para todos!!! Estou aqui só pra agradecer a visita da Sika (vejam comentário na mensagem 'Paz do mundo e paz do Cristo') e dizer que atendemos seu pedido e fizemos uma visita ao seu Blog. Pessoal... muito legal o Blog dela, para os apreciadores de músicas espíritas é muito bom, pois têm várias letras. Então lá vai a dica de hoje: www.grupoanima.blogger.com.br . A arte é um dos principais veículo de divulgação da doutrina, então que sopremos ao vento mais esse Blog espírita na certeza de que como jovens espíritas, estamos cumprindo nosso papel. Abraços apertados!!!
13 Abril 2004
Boa tarde para todos. Leiam essa mensagem com atenção, porque por diversas vezes nos flagramos levados pela 'PAZ' e pelas 'VERDADES' do mundo, esquecendo-nos da PAZ e das VERDADES de CRISTO. Abraços!!!
PAZ DO MUNDO E PAZ DO CRISTO
"A paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá." -Jesus. (JOÃO, 14:27.)
É indispensável não confundir a paz do mundo com a paz do Cristo.
A calma do plano inferior pode não passar de estacionamento.
A serenidade das esferas mais altas significa trabalho divino, a caminho da Luz
Imortal.
O mundo consegue proporcionar muitos acordos e arranjos nesse terreno, mas
somente o Senhor pode outorgar ao espírito a paz verdadeira.
Nos círculos da carne, a paz das nações costuma representar o silêncio provisório
das baionetas; a dos abastados inconscientes é a preguiça improdutiva e incapaz; a dos que se revoltam, no quadro de lutas necessárias, é a manifestação do desespero doentio; a dos ociosos sistemáticos, é a fuga ao trabalho; a dos arbitrários, é a satisfação dos próprios caprichos; a dos vaidosos, é o aplauso da ignorância; a dos vingativos, é a destruição dos adversários; a dos maus, é a vitória da crueldade; a dos negociantes sagazes, é a exploração inferior; a dos que se agarram às sensações de baixo teor, é a viciação dos sentidos; a dos comilões, é o repasto opulento do estômago, embora haja fome espiritual no coração.
Há muitos ímpios, caluniadores, criminosos e indiferentes que desfrutam a paz do
mundo. Sentem-se triunfantes, venturosos e dominadores no século. A ignorância
endinheirada, a vaidade bem vestida e a preguiça inteligente sempre dirão que seguem muito bem.
Não te esqueças, contudo, de que a paz do mundo pode ser, muitas vezes, o sono
enfermiço da alma. Busca, desse modo, aquela paz do Senhor, paz que excede o
entendimento, por nascida e cultivada, portas a dentro do espírito, no campo da
consciência e no santuário do coração.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
PAZ DO MUNDO E PAZ DO CRISTO
"A paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá." -Jesus. (JOÃO, 14:27.)
É indispensável não confundir a paz do mundo com a paz do Cristo.
A calma do plano inferior pode não passar de estacionamento.
A serenidade das esferas mais altas significa trabalho divino, a caminho da Luz
Imortal.
O mundo consegue proporcionar muitos acordos e arranjos nesse terreno, mas
somente o Senhor pode outorgar ao espírito a paz verdadeira.
Nos círculos da carne, a paz das nações costuma representar o silêncio provisório
das baionetas; a dos abastados inconscientes é a preguiça improdutiva e incapaz; a dos que se revoltam, no quadro de lutas necessárias, é a manifestação do desespero doentio; a dos ociosos sistemáticos, é a fuga ao trabalho; a dos arbitrários, é a satisfação dos próprios caprichos; a dos vaidosos, é o aplauso da ignorância; a dos vingativos, é a destruição dos adversários; a dos maus, é a vitória da crueldade; a dos negociantes sagazes, é a exploração inferior; a dos que se agarram às sensações de baixo teor, é a viciação dos sentidos; a dos comilões, é o repasto opulento do estômago, embora haja fome espiritual no coração.
Há muitos ímpios, caluniadores, criminosos e indiferentes que desfrutam a paz do
mundo. Sentem-se triunfantes, venturosos e dominadores no século. A ignorância
endinheirada, a vaidade bem vestida e a preguiça inteligente sempre dirão que seguem muito bem.
Não te esqueças, contudo, de que a paz do mundo pode ser, muitas vezes, o sono
enfermiço da alma. Busca, desse modo, aquela paz do Senhor, paz que excede o
entendimento, por nascida e cultivada, portas a dentro do espírito, no campo da
consciência e no santuário do coração.
(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)
12 Abril 2004
Aprendi
Aprendi que se aprende errando.
Que crescer não significa fazer aniversário.
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem.
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro.
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos.
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim.
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face.
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela.
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada.
Que a natureza é a coisa mais bela na vida.
Que amar significa se dar por inteiro.
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos.
Que se pode conversar com estrelas.
Que se pode confessar com a lua.
Que se pode viajar além do infinito.
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.
Que dar um carinho também faz...
Que sonhar é preciso.
Que se deve ser criança a vida toda.
Que nosso ser é livre.
Que Deus não proíbe nada em nome do amor.
Que o julgamento alheio não é importante.
Que o que realmente importa é a paz interior.
E, finalmente, aprendi que não se deve esperar morrer,
Para se aprender a viver!
Aprendi que se aprende errando.
Que crescer não significa fazer aniversário.
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem.
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro.
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos.
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim.
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face.
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela.
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada.
Que a natureza é a coisa mais bela na vida.
Que amar significa se dar por inteiro.
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos.
Que se pode conversar com estrelas.
Que se pode confessar com a lua.
Que se pode viajar além do infinito.
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.
Que dar um carinho também faz...
Que sonhar é preciso.
Que se deve ser criança a vida toda.
Que nosso ser é livre.
Que Deus não proíbe nada em nome do amor.
Que o julgamento alheio não é importante.
Que o que realmente importa é a paz interior.
E, finalmente, aprendi que não se deve esperar morrer,
Para se aprender a viver!
Acontecimentos Espíritas
Esperamos pela sua presença!
Olá pessoal, ontem eu recebi uma ligação de uma amiga, avisando que neste DOMINGO - 18/04, em Barra Mansa acontecerá apresentações de ARTES ESPÍRITAS.
Sendo assim, TODOS, leram direitinho - TODOS estão convidados para comparecer em Barra Mansa.
As apresentações acontecerão no Centro FILHOS DA LUZ das 08:30 hs às 13:00 hs, ponto de referência, perto do Supermercado BRAMIL.
Equipe Luz e Caridade
Que JESUS nos Abençoe
Esperamos pela sua presença!
Olá pessoal, ontem eu recebi uma ligação de uma amiga, avisando que neste DOMINGO - 18/04, em Barra Mansa acontecerá apresentações de ARTES ESPÍRITAS.
Sendo assim, TODOS, leram direitinho - TODOS estão convidados para comparecer em Barra Mansa.
As apresentações acontecerão no Centro FILHOS DA LUZ das 08:30 hs às 13:00 hs, ponto de referência, perto do Supermercado BRAMIL.
Equipe Luz e Caridade
Que JESUS nos Abençoe
Olá pessoal!
Bom, eu fiquei um pouco distante do BLOG, porque meu servidor estava bloqueando o Acesso ao Site, mas agora tudo está com um momento feliz.
Deixo aqui um mensagem, para selar o meu acesso ao site. Ah! quero também agradecer o Thiago e o Pablo por manterem atualizado o BLOG. (AMO VOCÊS!)
Que JESUS nos abençoe.
---------------------x---------------------------x----------------------------
ABORTO DELITUOSO
Comovemo-nos, habitualmente, diante das grandes tragédias que agitam a opinião.
Homicídios que convulsionam a imprensa e mobilizam largas equipes policiais...
Furtos espetaculares que inspiram vastas medidas de vigilância...
Assassínios, conflitos, ludíbrios e assaltos de todo jaez criam a guerra de nervos, em toda parte; e, para coibir semelhantes fecundações de ignorância e delinqüência, erguem-se cárceres e fundem-se algemas, organiza-se o trabalho forçado e em algumas nações a própria lapidação de infelizes é praticada na rua, sem qualquer laivo de compaixão.
Todavia, um crime existe mais doloroso, pela volúpia de crueldade com que é praticado, no silêncio do santuário doméstico ou no regaço da Natureza...
Crime estarrecedor, porque a vítima não tem voz para suplicar piedade e nem braços robustos com que se confie aos movimentos da reação.
Referimo-nos ao aborto delituoso, em que pais inconscientes determinam a morte dos próprios filhos, asfixiando-lhes a existência, antes que possam sorrir para a bênção da luz.
.................................................................
Homens da Terra, e sobretudo vós, corações maternos chamados à exaltação do amor e da vida, abstende-vos de semelhante ação que vos desequilibra a alma e entenebrece o caminho!
Fugi do satânico propósito de sufocar os rebentos do próprio seio, porque os anjos tenros que rechaçais são mensageiros da Providência, assomantes no lar em vosso próprio socorro, e, se não há legislação humana que vos assinale a torpitude do infanticídio, nos recintos familiares ou na sombra da noite, os olhos divinos de Nosso Pai vos contemplam do Céu, chamando-vos, em silêncio, às provas do reajuste, a fim de que se vos expurgue da consciência a falta indes-culpável que perpetrastes.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Religião dos Espíritos.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
14a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 2001.
Bom, eu fiquei um pouco distante do BLOG, porque meu servidor estava bloqueando o Acesso ao Site, mas agora tudo está com um momento feliz.
Deixo aqui um mensagem, para selar o meu acesso ao site. Ah! quero também agradecer o Thiago e o Pablo por manterem atualizado o BLOG. (AMO VOCÊS!)
Que JESUS nos abençoe.
---------------------x---------------------------x----------------------------
ABORTO DELITUOSO
Comovemo-nos, habitualmente, diante das grandes tragédias que agitam a opinião.
Homicídios que convulsionam a imprensa e mobilizam largas equipes policiais...
Furtos espetaculares que inspiram vastas medidas de vigilância...
Assassínios, conflitos, ludíbrios e assaltos de todo jaez criam a guerra de nervos, em toda parte; e, para coibir semelhantes fecundações de ignorância e delinqüência, erguem-se cárceres e fundem-se algemas, organiza-se o trabalho forçado e em algumas nações a própria lapidação de infelizes é praticada na rua, sem qualquer laivo de compaixão.
Todavia, um crime existe mais doloroso, pela volúpia de crueldade com que é praticado, no silêncio do santuário doméstico ou no regaço da Natureza...
Crime estarrecedor, porque a vítima não tem voz para suplicar piedade e nem braços robustos com que se confie aos movimentos da reação.
Referimo-nos ao aborto delituoso, em que pais inconscientes determinam a morte dos próprios filhos, asfixiando-lhes a existência, antes que possam sorrir para a bênção da luz.
.................................................................
Homens da Terra, e sobretudo vós, corações maternos chamados à exaltação do amor e da vida, abstende-vos de semelhante ação que vos desequilibra a alma e entenebrece o caminho!
Fugi do satânico propósito de sufocar os rebentos do próprio seio, porque os anjos tenros que rechaçais são mensageiros da Providência, assomantes no lar em vosso próprio socorro, e, se não há legislação humana que vos assinale a torpitude do infanticídio, nos recintos familiares ou na sombra da noite, os olhos divinos de Nosso Pai vos contemplam do Céu, chamando-vos, em silêncio, às provas do reajuste, a fim de que se vos expurgue da consciência a falta indes-culpável que perpetrastes.
* * *
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Religião dos Espíritos.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
14a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 2001.
08 Abril 2004
Antes de tudo, gostaria de agradecer a visita do Tom e pedir sinceras desculpas pela minha demora nas respostas. Com o pedido de desculpas segue essa mensagem de Emmanuel e a indicação desse link: ww.febnet.org.br/paz . Tenho certeza de que irão gostar!!!! Abraços!!!
CULTIVA A PAZ
"E, se ali houver algum filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, ela voltará para vós." - Jesus. (LUCAS, 10:6.)
Em verdade, há muitos desesperados na vida humana. Mas quantos se apegam,
voluptuosamente, à própria desesperação? quantos revoltados fogem à luz da paciência?
quantos criminosos choram de dor por lhes ser impossível a consumação de novos
delitos? quantos tristes escapam, voluntariamente, às bênçãos da esperança?
Para que um homem seja filho da paz, é imprescindível trabalhe intensamente no
mundo Intimo, cessando as vozes da inadaptação à Vontade Divina e evitando as
manifestações de desarmonia, perante as íeis eternas.
Todos rogam a paz no Planeta atormentado de horríveis discórdias, mas raros se
fazem dignos dela.
Exigem que a tranqüilidade resida no mesmo apartamento onde mora o ódio
gratuito aos vizinhos, reclamam que a esperança tome assento com a inconformação e rogam à fé lhes aprove a ociosidade, no campo da necessária preparação espiritual.
Para esmagadora maioria dessas criaturas comodistas a paz legítima é realização
muito distante.
Em todos os setores da vida, a preparação e o mérito devem anteceder o benefício.
Ninguém atinge o bem-estar em Cristo, sem esforço no bem, sem disciplina
elevada de sentimentos, sem iluminação do raciocínio. Antes da sublime edificação,
poderão registrar os mais belos discursos, vislumbrar as mais altas perspectivas do plano superior, conviver com os grandes apóstolos da Causa da Redenção, mas poderão igualmente viver longe da harmonia interior, que constitui a fonte divina e inesgotável da verdadeira felicidade, porque se o homem ouve a lição da paz cristã, sem o propósito firme de se lhe afeiçoar, é da própria recomendação do Senhor que esse bem celestial volte ao núcleo de origem como intransferível conquista de cada um.
strong>(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)<
CULTIVA A PAZ
"E, se ali houver algum filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, ela voltará para vós." - Jesus. (LUCAS, 10:6.)
Em verdade, há muitos desesperados na vida humana. Mas quantos se apegam,
voluptuosamente, à própria desesperação? quantos revoltados fogem à luz da paciência?
quantos criminosos choram de dor por lhes ser impossível a consumação de novos
delitos? quantos tristes escapam, voluntariamente, às bênçãos da esperança?
Para que um homem seja filho da paz, é imprescindível trabalhe intensamente no
mundo Intimo, cessando as vozes da inadaptação à Vontade Divina e evitando as
manifestações de desarmonia, perante as íeis eternas.
Todos rogam a paz no Planeta atormentado de horríveis discórdias, mas raros se
fazem dignos dela.
Exigem que a tranqüilidade resida no mesmo apartamento onde mora o ódio
gratuito aos vizinhos, reclamam que a esperança tome assento com a inconformação e rogam à fé lhes aprove a ociosidade, no campo da necessária preparação espiritual.
Para esmagadora maioria dessas criaturas comodistas a paz legítima é realização
muito distante.
Em todos os setores da vida, a preparação e o mérito devem anteceder o benefício.
Ninguém atinge o bem-estar em Cristo, sem esforço no bem, sem disciplina
elevada de sentimentos, sem iluminação do raciocínio. Antes da sublime edificação,
poderão registrar os mais belos discursos, vislumbrar as mais altas perspectivas do plano superior, conviver com os grandes apóstolos da Causa da Redenção, mas poderão igualmente viver longe da harmonia interior, que constitui a fonte divina e inesgotável da verdadeira felicidade, porque se o homem ouve a lição da paz cristã, sem o propósito firme de se lhe afeiçoar, é da própria recomendação do Senhor que esse bem celestial volte ao núcleo de origem como intransferível conquista de cada um.
strong>(Vinha de Luz – Espírito Emmanuel, psicografado Francisco Cândido Xavier)<
01 Abril 2004
Primeiro queria responder ao nosso irmão Tom.. que naum tenho conhecimento de nenhum encontro no feriado de semana santa mas pesquisarei melhor e qualquer coisa te dou uma resposta e aproveitando o tema vou postar um texto sobre a Pascoa.
"A Páscoa tem suas origens no hebraico - Pessach -, significando passagem. Sendo o principal evento festivo do calendário dos israelitas, relembra a saída de seus antepassados do território egípcio, sob o comando de Moisés. É uma festa familiar que vem se mantendo de geração em geração, há trinta e três séculos. Com duração de oito dias, começa, no ano de 2001, a partir do sábado, 7 de abril.
No Hagadá (narrativa), usado na Pessach, encontram-se a história do êxodo, as instruções para a realização do Seder (jantar tradicional das duas primeiras noites de Pessach) e as canções tradicionais.
Em síntese, o Hagadá de Pessach traz a resenha da história judaica, que começa por volta de 1900 a.C, com o patriarca Abraão, seu filho Isaac e seu neto Jacó.
Conforme relato da Bíblia, Abraão foi convocado para ser o fundador de um novo povo, em uma nova terra, e difundir a nova crença no Deus único. Quando a fome açoitou o país, Jacó, seus doze filhos e respectivas famílias estabeleceram-se em Gósen, a leste do delta do Nilo, no Egito. Mais tarde seus descendentes foram reduzidos à escravidão.
Após quatrocentos anos de cativeiro, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés, que, de acordo com a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para conduzir seu povo para fora do Egito, de volta à terra prometida aos seus antepassados. Durante os quarenta anos que vagaram pelo deserto do Sinai, receberam a lei de Moisés, incluindo os Dez Mandamentos e tornaram-se uma nação.
O êxodo do Egito, conforme proclamam os judeus, deixou uma marca indelével na memória nacional e tornou-se o seu símbolo de liberdade e independência. A partir de então, passaram a celebrar anualmente as festas que relembram acontecimentos daquela época: Pessach (Páscoa); Shavuot (Pentecostes), alusiva à entrega do Torá (Pentateuco), no Sinai e Sucot (Festa dos Tabernáculos).
Inserida no calendário da Igreja Católica, a Páscoa é comemorada na “Semana Santa” e tem vínculos, em sua origem, com o Pessach dos judeus.
Conforme nos relatam os evangelistas, por ocasião dos acontecimentos que culminaram com a prisão, morte e “ressurreição” de Jesus, os judeus celebravam a festa de Pessach. Com isso, muitos símbolos e costumes daquela festa judaica, inclusive a proximidade da data de realização, acabaram se incorporando aos das celebrações do catolicismo.
É a festa principal da Igreja, que tem como tema principal a ressurreição de Cristo. Por tradição, “O Dia de Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 de março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Ecliesiásticas. (A Igreja, para obter consistência na data da Páscoa, decidiu, no Conselho de Nicea, em 325 d.C., definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como “lua eclesiástica” (1). Com isso, a festa é móvel, variando de ano para ano . Em 2001, começa com o “Domingo de Ramos”, no dia 15 de abril.
No meio espírita, embora não haja qualquer celebração ritualística, os acontecimentos lembrados na páscoa são de alta significação e ensejam reflexões, recolhimento e prece.
Os personagens lembrados por judeus e católicos na celebração da Páscoa, Moisés e Jesus, também são proclamados pelos espíritas como os dois grandes impulsionadores do movimento de espiritualização da Terra.
Quanto às aparições de Jesus aos seus seguidores após a morte, o Espiritismo encara como um acontecimento natural, onde o Mestre “mostrou-se com o seu corpo perispiritual, o que explica que não foi visto senão por aqueles aos quais quis se fazer ver; se tivesse o seu corpo carnal, seria visto pelo primeiro que chegasse, como quando vivo. Seus discípulos, ignorando a causa primeira do fenômeno das aparições, não se davam conta dessas particularidades, que provavelmente não notavam; eles viam Jesus e o tocavam, para eles deveria ser um corpo ressuscitado.”(A Gênese, cap. XV, 61)
Acreditamos que, inobstante diferenças doutrinárias ou conceituais, a festa da Páscoa deve servir para aproximar as criaturas em clima de paz, compreensão e tolerância. Infelizmente, vem sendo festejada em meio a acontecimentos lamentáveis, tanto em território israelita, onde começou, como em várias outras partes do mundo.
Que os homenageados continuem inspirando a humanidade em busca de novos rumos, o encontro da Terra Prometida, que, pela óptica de Jesus, está situada bem além dos acanhados e circunscritos limites do nosso orbe."
Ismael Gobi
"A Páscoa tem suas origens no hebraico - Pessach -, significando passagem. Sendo o principal evento festivo do calendário dos israelitas, relembra a saída de seus antepassados do território egípcio, sob o comando de Moisés. É uma festa familiar que vem se mantendo de geração em geração, há trinta e três séculos. Com duração de oito dias, começa, no ano de 2001, a partir do sábado, 7 de abril.
No Hagadá (narrativa), usado na Pessach, encontram-se a história do êxodo, as instruções para a realização do Seder (jantar tradicional das duas primeiras noites de Pessach) e as canções tradicionais.
Em síntese, o Hagadá de Pessach traz a resenha da história judaica, que começa por volta de 1900 a.C, com o patriarca Abraão, seu filho Isaac e seu neto Jacó.
Conforme relato da Bíblia, Abraão foi convocado para ser o fundador de um novo povo, em uma nova terra, e difundir a nova crença no Deus único. Quando a fome açoitou o país, Jacó, seus doze filhos e respectivas famílias estabeleceram-se em Gósen, a leste do delta do Nilo, no Egito. Mais tarde seus descendentes foram reduzidos à escravidão.
Após quatrocentos anos de cativeiro, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés, que, de acordo com a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para conduzir seu povo para fora do Egito, de volta à terra prometida aos seus antepassados. Durante os quarenta anos que vagaram pelo deserto do Sinai, receberam a lei de Moisés, incluindo os Dez Mandamentos e tornaram-se uma nação.
O êxodo do Egito, conforme proclamam os judeus, deixou uma marca indelével na memória nacional e tornou-se o seu símbolo de liberdade e independência. A partir de então, passaram a celebrar anualmente as festas que relembram acontecimentos daquela época: Pessach (Páscoa); Shavuot (Pentecostes), alusiva à entrega do Torá (Pentateuco), no Sinai e Sucot (Festa dos Tabernáculos).
Inserida no calendário da Igreja Católica, a Páscoa é comemorada na “Semana Santa” e tem vínculos, em sua origem, com o Pessach dos judeus.
Conforme nos relatam os evangelistas, por ocasião dos acontecimentos que culminaram com a prisão, morte e “ressurreição” de Jesus, os judeus celebravam a festa de Pessach. Com isso, muitos símbolos e costumes daquela festa judaica, inclusive a proximidade da data de realização, acabaram se incorporando aos das celebrações do catolicismo.
É a festa principal da Igreja, que tem como tema principal a ressurreição de Cristo. Por tradição, “O Dia de Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 de março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Ecliesiásticas. (A Igreja, para obter consistência na data da Páscoa, decidiu, no Conselho de Nicea, em 325 d.C., definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como “lua eclesiástica” (1). Com isso, a festa é móvel, variando de ano para ano . Em 2001, começa com o “Domingo de Ramos”, no dia 15 de abril.
No meio espírita, embora não haja qualquer celebração ritualística, os acontecimentos lembrados na páscoa são de alta significação e ensejam reflexões, recolhimento e prece.
Os personagens lembrados por judeus e católicos na celebração da Páscoa, Moisés e Jesus, também são proclamados pelos espíritas como os dois grandes impulsionadores do movimento de espiritualização da Terra.
Quanto às aparições de Jesus aos seus seguidores após a morte, o Espiritismo encara como um acontecimento natural, onde o Mestre “mostrou-se com o seu corpo perispiritual, o que explica que não foi visto senão por aqueles aos quais quis se fazer ver; se tivesse o seu corpo carnal, seria visto pelo primeiro que chegasse, como quando vivo. Seus discípulos, ignorando a causa primeira do fenômeno das aparições, não se davam conta dessas particularidades, que provavelmente não notavam; eles viam Jesus e o tocavam, para eles deveria ser um corpo ressuscitado.”(A Gênese, cap. XV, 61)
Acreditamos que, inobstante diferenças doutrinárias ou conceituais, a festa da Páscoa deve servir para aproximar as criaturas em clima de paz, compreensão e tolerância. Infelizmente, vem sendo festejada em meio a acontecimentos lamentáveis, tanto em território israelita, onde começou, como em várias outras partes do mundo.
Que os homenageados continuem inspirando a humanidade em busca de novos rumos, o encontro da Terra Prometida, que, pela óptica de Jesus, está situada bem além dos acanhados e circunscritos limites do nosso orbe."
Ismael Gobi
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