Carinho, amizade e união
Sinto um profundo desejo de libertar
O amor retido em meu coração
Ando nas ruas encontro pessoas
De olhares perdidos
Se perguntando onde tudo vai dar?
Onde está o sentido?
Sinceramente eu desejo tanto aprender
E me tornar alguém bem melhor
Quero acender a estrela que existe em mim
Iluminando tudo ao redor
Sei que a vida não salta
E eu não vou ser puro num segundo
Mas é preciso lutar e vencer
As armadilhas do mundo
27 Janeiro 2005
25 Janeiro 2005
OUVE A VOZ DO CORAÇÃO
Ante os problemas da vida,
Centraliza-te no bem.
Não questiones em excesso
E nem condenes ninguém.
O que existe sobre a Terra
O tempo consumirá...
Do que observas, apenas
O bem permanecerá.
O que sabes, pouco importa;
O que possuis, igualmente...
Somente o bem que praticas
É o que vale realmente.
Reflete nesta sentença
Que em toda parte perscruto:
Se a Verdade é relativa,
Todo Bem é absoluto.
Se busca, pois, pela fé,
Não desprezes a razão;
Mas, se queres encontrá-la,
Ouve a voz do coração!
Eurícledes FormigaDo livro "Para Sempre", psicografado por Carlos A. Baccelli, IDE
Ante os problemas da vida,
Centraliza-te no bem.
Não questiones em excesso
E nem condenes ninguém.
O que existe sobre a Terra
O tempo consumirá...
Do que observas, apenas
O bem permanecerá.
O que sabes, pouco importa;
O que possuis, igualmente...
Somente o bem que praticas
É o que vale realmente.
Reflete nesta sentença
Que em toda parte perscruto:
Se a Verdade é relativa,
Todo Bem é absoluto.
Se busca, pois, pela fé,
Não desprezes a razão;
Mas, se queres encontrá-la,
Ouve a voz do coração!
Eurícledes FormigaDo livro "Para Sempre", psicografado por Carlos A. Baccelli, IDE
22 Janeiro 2005
Amar os inimigos
Jesus foi a alma mais sublime que desceu ao orbe terreno, para nos apresentar a mensagem libertadora do Evangelho. Foi com dificuldades e sofrimentos que viveu num tempo de perseguição e profunda ignorância, tentando abrir os olhos humanos para a verdade imorredoura do Espírito. Cada momento de sua vida pública é recheado de ensinamentos que apontam caminhos para a verdadeira felicidade. Mas de que felicidade dizia Ele?
O homem, sem compreender o real sentido de todas as suas lições, procurou adaptá-las à sua maneira de ver e entender as coisas, ou seja, a uma visão niilista da vida onde todas as coisas se limitam a uma única existência, diminuindo a extensão e empobrecendo os seus ensinamentos, dando aos ensinamentos de Jesus um caráter mais de sofrimento do que de felicidade. Qualquer pessoa que compreenda a vida como o curto período existente entre o nascer e o morrer, terá grandes dificuldades em compreender e aceitar o Evangelho, pois ele trata principalmente das coisas que vão além da existência corpórea, reservando a ela a felicidade verdadeira e eterna.
Sua missão na Terra foi a de convocar as almas que aqui padecem a uma conduta redentora, através da correção de suas imperfeições e da melhoria de sua condição espiritual, que já não se processaria conforme os costumes antigos ou segundo ritos pagãos, mas pela transformação moral das criaturas, direcionando-as à perfeição. Neste sentido Jesus foi magnânimo, pois além do discurso ele ofereceu o exemplo, vivendo aquilo que pregava plenamente, demonstrando ser possível viver esta nova experiência.
A perfeição é um atributo de Deus, portanto crer que nós possamos ser perfeitos no sentido literal do termo, seria admitir que poderíamos atingir a igualdade com Deus, o que não é possível. Mas a nós, criaturas, é facultado a proximidade com a Divindade, conforme observamos em Jesus, e é a esta perfeição que ele nos convida, sendo a meta para a nossa felicidade.
Frequentemente os ensinamentos de Jesus conduzem-nos ao amor, em especial ao amor pelo próximo, colocando-o como a condição básica para atingirmos a perfeição. Isto porque em princípio o amor é o resultado de todas as virtudes, dando a quem o possua os elementos primários que caracterizam a perfeição. Mas diferente de tudo o que já se havia dito, Jesus ensina-nos a amar o nosso inimigo, o que para a idéia niilista é um absurdo, pois como se pode amar quem nos odeia, quem nos deseja mal? É justamente nisto que podemos observar a grandiosidade do Evangelho, pois esta é a expressão máxima do amor traspassando os limites familiares, de amizade ou de convivência, derrubando o preconceito, a ignorância e principalmente o orgulho e o egoísmo que são a expressão maior das imperfeições que possuímos.
Estes ensinos que são direcionados a alma, conseguiram com o pouco uso que a humanidade faz dele, revolucionar o cenário humano, pois basta comparar a situação dos países onde predomina a sua idéia com os que adotam outro líderes que veremos, a discrepância existente entre uns e outros. Sem que se tenha atingido a plenitude dos ensinos de Jesus os países cristãos conseguem ser mais justos, desenvolvidos e humanos que os outros em geral. Mas isto é uma expressão material indigna da verdade cristã, pois a vivência plena do Evangelho fará do nosso mundo um ambiente pacífico e desenvolvido e no plano espiritual nos concederá o equilíbrio e a felicidade verdadeira.
Aquele que conseguir amar ao seu inimigo, fazer bem ao que lhe tem ódio e orar pelo que lhe calunia, certamente terá atingido o amor e estará dando um grande passo para a felicidade, superando a sua imperfeição.
ESE – Capítulo XII, item 1, 2 e 3 Comentários: Marco Nogarotto
18 Janeiro 2005
Não te Canses
"Não nos desanimemos de
fazer o bem, pois, a seu
tempo ceifaremos, se não
desfalecermos."
Paulo (Gálatas, 6:9)
Quando o buril começou a ferir o bloco de mármore embrutecido, a pedra, em desespero, clamou contra o próprio destino, mas depois, ao se perceber admirada, encarnando uma das mais belas concepções artísticas do mundo, louvou o cinzel que a dilacerara.
A lagarta arrastava-se com extrema dificuldade, e, vendo as flores tocadas de beleza e perfume, revoltava-se contra o corpo disforme; contudo, um dia, a massa viscosa em que se amargurava converteu-se nas asas de graciosa e ágil borboleta e, então, enalteceu o feio corpo com que a Natureza lhe preparara o vôo feliz.
O ferro rubro, colocado na bigorna, espantou-se e sofreu, inconformado; todavia, quando se viu desempenhando importantes funções nas máquinas do progresso, sorriu reconhecidamente para o fogo que o purificara e engrandecera.
A semente lançada à cova escura chorou, atormentada, e indagou por que motivo era confiada, assim, ao extremo abandono; entretanto, em se vendo transformada em arbusto, avançou para o Sol e fez-se árvore respeitada e generosa, abençoando a terra que a isolara no seu seio.
Não te canses de fazer o bem.
Quem hoje te não compreende a boa-vontade, amanhã te louvará o devotamento e o esforço.
Jamais te desesperes, e auxilia sempre.
A perseverança é a base da vitória.
Não olvidas que ceifarás, mais tarde, em tua lavoura de amor e luz, mas só alcançarás a divina colheita se caminhares para diante, entre o suor e a confiança, sem nunca desfaleceres.
* * *
Xavier, Francisco Candido. Da obra: Fonte Viva.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
21a edição. Lição 124. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1997.
"Não nos desanimemos de
fazer o bem, pois, a seu
tempo ceifaremos, se não
desfalecermos."
Paulo (Gálatas, 6:9)
Quando o buril começou a ferir o bloco de mármore embrutecido, a pedra, em desespero, clamou contra o próprio destino, mas depois, ao se perceber admirada, encarnando uma das mais belas concepções artísticas do mundo, louvou o cinzel que a dilacerara.
A lagarta arrastava-se com extrema dificuldade, e, vendo as flores tocadas de beleza e perfume, revoltava-se contra o corpo disforme; contudo, um dia, a massa viscosa em que se amargurava converteu-se nas asas de graciosa e ágil borboleta e, então, enalteceu o feio corpo com que a Natureza lhe preparara o vôo feliz.
O ferro rubro, colocado na bigorna, espantou-se e sofreu, inconformado; todavia, quando se viu desempenhando importantes funções nas máquinas do progresso, sorriu reconhecidamente para o fogo que o purificara e engrandecera.
A semente lançada à cova escura chorou, atormentada, e indagou por que motivo era confiada, assim, ao extremo abandono; entretanto, em se vendo transformada em arbusto, avançou para o Sol e fez-se árvore respeitada e generosa, abençoando a terra que a isolara no seu seio.
Não te canses de fazer o bem.
Quem hoje te não compreende a boa-vontade, amanhã te louvará o devotamento e o esforço.
Jamais te desesperes, e auxilia sempre.
A perseverança é a base da vitória.
Não olvidas que ceifarás, mais tarde, em tua lavoura de amor e luz, mas só alcançarás a divina colheita se caminhares para diante, entre o suor e a confiança, sem nunca desfaleceres.
* * *
Xavier, Francisco Candido. Da obra: Fonte Viva.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
21a edição. Lição 124. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1997.
13 Janeiro 2005
Na Obra Assistencial
André Luiz (espírito)
Pelo menos uma vez por semana, cumprir o dever de dedicar-se à assistência, em favor dos irmãos menos felizes, visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados.
Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado.
Prestar serviço espiritual e material nas casas assistenciais de internação coletiva, sem perceber remunerações e sem criar constrangimento às pessoas auxiliadas.
Só impõe restrições ao bem quem se acomoda com o mal.
Na casa assistencial de caráter espírita, alimentar a simplicidade doutrinária, desistindo da exibição de quaisquer objetos, construções ou medidas que
expressem supérfluo ou luxo.
O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas.
Viver em familiaridade respeitosa com todos, desde o servo menor até o dirigente mais responsável e categorizado, nos lares e escolas, hospitais e postos de
socorro fraterno.
A humildade assegura a visita contínua dos Emissários do Senhor.
Jamais reter, inutilmente, os excessos no guarda-roupa e na despensa, objetos
sem uso e reservas financeiras que podem estar em movimento nos serviços assistenciais.
Não há bens produtivos em regime de estagnação.
Converter em socorro ou utilidades, para os menos felizes, relíquias e presentes, jóias e lembranças afetivas de familiares e amigos desencarnados, ciente de que os valores
materiais sem proveito, mantidos em nome daqueles que já partiram, representam para eles amargo peso na consciência.
Posse inútil, grilhão mental.
Seja qual for o pretexto, nunca permitir que as instituições espíritas venham a depender econômica, moral ou juridicamente de pessoa ou organização meramente política, de modo a evitar que sejam prejudicadas em sua liberdade de ação e em seu caráter impessoal.
A obra espírita cristã não se compadece com qualquer cativeiro.
Sempre que os movimentos doutrinários, em particular os de assistência social, envolvam a aceitação de muitos donativos, apresentar periodicamente os quadros estatísticos dos recebimentos e distribuições, como satisfação justa e necessária
aos cooperadores.
O desejo de acertar aumenta o crédito de confiança.
Organizar a diretoria e o corpo administrativo das instituições assistenciais exclusivamente com aqueles companheiros que se eximam de perceber ordenados, laborando apenas com finalidade cristã, gratuitamente.
O trabalho desinteressado sustenta a dignidade e o respeito nas boas obras.
"E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do
Senhor Jesus, dando a Ele graças a Deus, o Pai."
— Paulo. (COLOSSENSES, 3:17.)
Do Livro "AGENDA CRISTÃ", psicografia de Francisco Cândido Xavier
André Luiz (espírito)
Pelo menos uma vez por semana, cumprir o dever de dedicar-se à assistência, em favor dos irmãos menos felizes, visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados.
Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado.
Prestar serviço espiritual e material nas casas assistenciais de internação coletiva, sem perceber remunerações e sem criar constrangimento às pessoas auxiliadas.
Só impõe restrições ao bem quem se acomoda com o mal.
Na casa assistencial de caráter espírita, alimentar a simplicidade doutrinária, desistindo da exibição de quaisquer objetos, construções ou medidas que
expressem supérfluo ou luxo.
O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas.
Viver em familiaridade respeitosa com todos, desde o servo menor até o dirigente mais responsável e categorizado, nos lares e escolas, hospitais e postos de
socorro fraterno.
A humildade assegura a visita contínua dos Emissários do Senhor.
Jamais reter, inutilmente, os excessos no guarda-roupa e na despensa, objetos
sem uso e reservas financeiras que podem estar em movimento nos serviços assistenciais.
Não há bens produtivos em regime de estagnação.
Converter em socorro ou utilidades, para os menos felizes, relíquias e presentes, jóias e lembranças afetivas de familiares e amigos desencarnados, ciente de que os valores
materiais sem proveito, mantidos em nome daqueles que já partiram, representam para eles amargo peso na consciência.
Posse inútil, grilhão mental.
Seja qual for o pretexto, nunca permitir que as instituições espíritas venham a depender econômica, moral ou juridicamente de pessoa ou organização meramente política, de modo a evitar que sejam prejudicadas em sua liberdade de ação e em seu caráter impessoal.
A obra espírita cristã não se compadece com qualquer cativeiro.
Sempre que os movimentos doutrinários, em particular os de assistência social, envolvam a aceitação de muitos donativos, apresentar periodicamente os quadros estatísticos dos recebimentos e distribuições, como satisfação justa e necessária
aos cooperadores.
O desejo de acertar aumenta o crédito de confiança.
Organizar a diretoria e o corpo administrativo das instituições assistenciais exclusivamente com aqueles companheiros que se eximam de perceber ordenados, laborando apenas com finalidade cristã, gratuitamente.
O trabalho desinteressado sustenta a dignidade e o respeito nas boas obras.
"E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do
Senhor Jesus, dando a Ele graças a Deus, o Pai."
— Paulo. (COLOSSENSES, 3:17.)
Do Livro "AGENDA CRISTÃ", psicografia de Francisco Cândido Xavier
Na Obra Assistencial
André Luiz (espírito)
Pelo menos uma vez por semana, cumprir o dever de dedicar-se à assistência, em favor dos irmãos menos felizes, visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados.
Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado.
Prestar serviço espiritual e material nas casas assistenciais de internação coletiva, sem perceber remunerações e sem criar constrangimento às pessoas auxiliadas.
Só impõe restrições ao bem quem se acomoda com o mal.
Na casa assistencial de caráter espírita, alimentar a simplicidade doutrinária, desistindo da exibição de quaisquer objetos, construções ou medidas que
expressem supérfluo ou luxo.
O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas.
Viver em familiaridade respeitosa com todos, desde o servo menor até o dirigente mais responsável e categorizado, nos lares e escolas, hospitais e postos de
socorro fraterno.
A humildade assegura a visita contínua dos Emissários do Senhor.
Jamais reter, inutilmente, os excessos no guarda-roupa e na despensa, objetos
sem uso e reservas financeiras que podem estar em movimento nos serviços assistenciais.
Não há bens produtivos em regime de estagnação.
Converter em socorro ou utilidades, para os menos felizes, relíquias e presentes, jóias e lembranças afetivas de familiares e amigos desencarnados, ciente de que os valores
materiais sem proveito, mantidos em nome daqueles que já partiram, representam para eles amargo peso na consciência.
Posse inútil, grilhão mental.
Seja qual for o pretexto, nunca permitir que as instituições espíritas venham a depender econômica, moral ou juridicamente de pessoa ou organização meramente política, de modo a evitar que sejam prejudicadas em sua liberdade de ação e em seu caráter impessoal.
A obra espírita cristã não se compadece com qualquer cativeiro.
Sempre que os movimentos doutrinários, em particular os de assistência social, envolvam a aceitação de muitos donativos, apresentar periodicamente os quadros estatísticos dos recebimentos e distribuições, como satisfação justa e necessária
aos cooperadores.
O desejo de acertar aumenta o crédito de confiança.
Organizar a diretoria e o corpo administrativo das instituições assistenciais exclusivamente com aqueles companheiros que se eximam de perceber ordenados, laborando apenas com finalidade cristã, gratuitamente.
O trabalho desinteressado sustenta a dignidade e o respeito nas boas obras.
"E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do
Senhor Jesus, dando a Ele graças a Deus, o Pai."
— Paulo. (COLOSSENSES, 3:17.)
Do Livro "AGENDA CRISTÃ", psicografia de Francisco Cândido Xavier
André Luiz (espírito)
Pelo menos uma vez por semana, cumprir o dever de dedicar-se à assistência, em favor dos irmãos menos felizes, visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados.
Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado.
Prestar serviço espiritual e material nas casas assistenciais de internação coletiva, sem perceber remunerações e sem criar constrangimento às pessoas auxiliadas.
Só impõe restrições ao bem quem se acomoda com o mal.
Na casa assistencial de caráter espírita, alimentar a simplicidade doutrinária, desistindo da exibição de quaisquer objetos, construções ou medidas que
expressem supérfluo ou luxo.
O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas.
Viver em familiaridade respeitosa com todos, desde o servo menor até o dirigente mais responsável e categorizado, nos lares e escolas, hospitais e postos de
socorro fraterno.
A humildade assegura a visita contínua dos Emissários do Senhor.
Jamais reter, inutilmente, os excessos no guarda-roupa e na despensa, objetos
sem uso e reservas financeiras que podem estar em movimento nos serviços assistenciais.
Não há bens produtivos em regime de estagnação.
Converter em socorro ou utilidades, para os menos felizes, relíquias e presentes, jóias e lembranças afetivas de familiares e amigos desencarnados, ciente de que os valores
materiais sem proveito, mantidos em nome daqueles que já partiram, representam para eles amargo peso na consciência.
Posse inútil, grilhão mental.
Seja qual for o pretexto, nunca permitir que as instituições espíritas venham a depender econômica, moral ou juridicamente de pessoa ou organização meramente política, de modo a evitar que sejam prejudicadas em sua liberdade de ação e em seu caráter impessoal.
A obra espírita cristã não se compadece com qualquer cativeiro.
Sempre que os movimentos doutrinários, em particular os de assistência social, envolvam a aceitação de muitos donativos, apresentar periodicamente os quadros estatísticos dos recebimentos e distribuições, como satisfação justa e necessária
aos cooperadores.
O desejo de acertar aumenta o crédito de confiança.
Organizar a diretoria e o corpo administrativo das instituições assistenciais exclusivamente com aqueles companheiros que se eximam de perceber ordenados, laborando apenas com finalidade cristã, gratuitamente.
O trabalho desinteressado sustenta a dignidade e o respeito nas boas obras.
"E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do
Senhor Jesus, dando a Ele graças a Deus, o Pai."
— Paulo. (COLOSSENSES, 3:17.)
Do Livro "AGENDA CRISTÃ", psicografia de Francisco Cândido Xavier
09 Janeiro 2005
Saúde e equilíbrio
Para garantir saúde e equilíbrio, prometa a você mesmo:
I - Colocar-se sob os desígnios de Deus, cada dia, através da oração e sustentar a consciência tranqüila, preservando-se contra idéias de culpa.
II - Dar o melhor de si mesmo no que esteja fazendo.
III - Manter coração e mente, atitude e palavra, atos e modos na inspiração constante do bem.
IV - Servir, desinteressadamente, aos semelhante, quanto esteja ao alcance de suas forças.
V - Regozijar-se com a felicidade do próximo.
VI - Esquecer conversações e opiniões de caráter negativo que haja lido ou escutado.
VII - Acrescentar pelo menos um pouco mais de alegria e esperança em toda pessoa com quem estiver em contato.
VIII - Admirar as qualidades nobres daqueles com quem conviva, estimulando-os a desenvolvê-las.
IX - Olvidar motivos de queixa, sejam quais sejam.
X - Viver trabalhando e estudando, agindo e construindo, de tal modo, no próprio burilamento e na própria corrigenda, que não se veja capaz de encontrar as falhas prováveis e os erros possíveis dos outros.
André Luiz
Para garantir saúde e equilíbrio, prometa a você mesmo:
I - Colocar-se sob os desígnios de Deus, cada dia, através da oração e sustentar a consciência tranqüila, preservando-se contra idéias de culpa.
II - Dar o melhor de si mesmo no que esteja fazendo.
III - Manter coração e mente, atitude e palavra, atos e modos na inspiração constante do bem.
IV - Servir, desinteressadamente, aos semelhante, quanto esteja ao alcance de suas forças.
V - Regozijar-se com a felicidade do próximo.
VI - Esquecer conversações e opiniões de caráter negativo que haja lido ou escutado.
VII - Acrescentar pelo menos um pouco mais de alegria e esperança em toda pessoa com quem estiver em contato.
VIII - Admirar as qualidades nobres daqueles com quem conviva, estimulando-os a desenvolvê-las.
IX - Olvidar motivos de queixa, sejam quais sejam.
X - Viver trabalhando e estudando, agindo e construindo, de tal modo, no próprio burilamento e na própria corrigenda, que não se veja capaz de encontrar as falhas prováveis e os erros possíveis dos outros.
André Luiz
Afeições
O amor não é cego.
Vê sempre as pessoas queridas tais quais são e as conhece, na intimidade,mais do que os outros.
Exatamente por dedicar-lhesimenso carinho, recusa-se a registrar-lhesos possíveis defeitos,porquanto sabe amá-lasmesmo assim.
Emmanuel
O problema de agradar
"Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo do Cristo".
- Paulo (Gálatas, 1:10)
Os sinceros discípulos do Evangelho devem estar muito preocupados com os deveres próprios e com a aprovação isolada e tranqüila da consciência, nos trabalhos que foram chamados a executar, cada dia, aprendendo a prescindir das opiniões desarrazoadas do mundo.
A multidão não saberá dispensar carinho e admiração senão àqueles que lhe satisfazem as exigências e caprichos; nos conflitos que lhe assinalam a marcha, o aprendiz fiel de Jesus será um trabalhador diferente que, em seus impulsos instintivos, ela não poderá compreender.
Muita inexperiência e invigilância revelará o mensageiro da Boa Nova que manifeste inquietude, com relação aos pareceres do mundo a seu respeito; quando se encontre na prosperidade material, em que o Mestre lhe confere mais rigorosa mordomia, muitos vizinhos lhe perguntarão, maliciosos, pela causa dos êxitos sucessivos em que se envolve, e, quando penetra o campo da pobreza e da dificuldade, o povo lhe atribui as experiências difíceis a supostas defecções ante as sublimes idéias esposadas.
É indispensável trabalhar para os homens, como quem sabe que a obra integral pertence a Jesus Cristo. O mundo compreenderá o esforço do servidor sincero, mas, em outra oportunidade, quando lho permita a ascensão evolutiva.
Em muitas ocasiões, os pareceres populares equivalem à gritaria das assembléias infantis, que não toleram educadores mais altamente inspirados, nas linhas de ordem e elevação, trabalho e aproveitamento.
Que o sincero trabalhador do Cristo, portanto, saiba operar sem a preocupação com os juízos errôneos das criaturas. Jesus o conhece e isto basta.
Emmanuel
O amor não é cego.
Vê sempre as pessoas queridas tais quais são e as conhece, na intimidade,mais do que os outros.
Exatamente por dedicar-lhesimenso carinho, recusa-se a registrar-lhesos possíveis defeitos,porquanto sabe amá-lasmesmo assim.
Emmanuel
O problema de agradar
"Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo do Cristo".
- Paulo (Gálatas, 1:10)
Os sinceros discípulos do Evangelho devem estar muito preocupados com os deveres próprios e com a aprovação isolada e tranqüila da consciência, nos trabalhos que foram chamados a executar, cada dia, aprendendo a prescindir das opiniões desarrazoadas do mundo.
A multidão não saberá dispensar carinho e admiração senão àqueles que lhe satisfazem as exigências e caprichos; nos conflitos que lhe assinalam a marcha, o aprendiz fiel de Jesus será um trabalhador diferente que, em seus impulsos instintivos, ela não poderá compreender.
Muita inexperiência e invigilância revelará o mensageiro da Boa Nova que manifeste inquietude, com relação aos pareceres do mundo a seu respeito; quando se encontre na prosperidade material, em que o Mestre lhe confere mais rigorosa mordomia, muitos vizinhos lhe perguntarão, maliciosos, pela causa dos êxitos sucessivos em que se envolve, e, quando penetra o campo da pobreza e da dificuldade, o povo lhe atribui as experiências difíceis a supostas defecções ante as sublimes idéias esposadas.
É indispensável trabalhar para os homens, como quem sabe que a obra integral pertence a Jesus Cristo. O mundo compreenderá o esforço do servidor sincero, mas, em outra oportunidade, quando lho permita a ascensão evolutiva.
Em muitas ocasiões, os pareceres populares equivalem à gritaria das assembléias infantis, que não toleram educadores mais altamente inspirados, nas linhas de ordem e elevação, trabalho e aproveitamento.
Que o sincero trabalhador do Cristo, portanto, saiba operar sem a preocupação com os juízos errôneos das criaturas. Jesus o conhece e isto basta.
Emmanuel
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