25 Abril 2005

Oportunidade e Desazo
Queixas-te, amargurado, ante os problemas que se sucedem, considerando não teres sido aquinhoado com ensejos de ventura e triunfo de que outros se beneficiam.
As tuas hão sido lutas sem quartel, provocadoras de desatinos que te estiolam os propósitos de enobrecimento.
Os dias se sucedem cansativos debilitando as tuas fibras morais de tal modo que, mesmo emulado a uma salutar reação não te dispões concretá-la.
Paisagens cinzas, agitadas pelas tormentas desanimadoras constituem os horizontes do teu caminho.
Desaires e pessimismo são os estados d'alma que assinalam a marcha.
Outrora sonhavas; agora defrontas pesadelos.
Antes crias; ora te açoitam as dúvidas.
A princípio sorrias; depois sulcaste a face coma dureza de expressão.
Ontem o entusiasmo te esflorava as aspirações; hoje a visão da esperança recobre-se de amargura.
Atabalhoado com os resultados a que chegas, estás sem rumo e interrogas: "Que fazer?"
Só há uma opção: seguir adiante, colocando o sol d'alegria na penumbra das dores.
Nem tudo, porém, aconteceu, conforme te parece. Erras no conceito com que interpretas a vida, como te equivocaste nas atitudes assumidas.
Ideal e ação, palavra e vida são situações mui diversas. Imperioso discernir com lucidez para acertar com segurança.
Quando s concessões da juventude te exornavam o corpo, assumiste compromissos perniciosos e gastaste as energias no jogo ilusório do prazer imediato.
Nos períodos de paz esqueceste da elaboração de um programa de trabalho primoroso, entregando-te ao repouso, desconcertante.
Às aquisições significativas em formas de amizades, afeições, estudo, meditação, operosidade cristã, intercâmbio fraterno, preferiste outros valores... Natural que defrontes o vazio refertando o íntimo e as dificuldades tornando-se impedimentos por fora.
Expulsa a nuvem da queixa e oferta-te a bênção lenificadora de um ponderado reexame com nova disposição.
Sempre é hoje, o momento precioso para um recomeço santificando, assim, as horas que ainda terás. Não o proteles, arrimado à cruz inútil da autocomiseração. A oportunidade perdida, mesmo quando se repete, já não são as mesmas as circunstâncias e condições...
Era uma voz e um exemplo. Palavras felizes e atitudes superiores. Idealismo abrasante e dedicação integral. Amor insuperável e dever imperioso.
Com essas insígnias Jesus mudou as rotas do pensamento humano; não obstante sofreu as mais pérfidas humilhações que culminaram numa cruz de desprezo que Ele santificou e num tumulto vazio, como portal de incomparável liberdade para todos nós.
Franco, Divaldo Pereira.
Da obra: Celeiro de Bênçãos.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.

22 Abril 2005

ORAÇÃO DA GRATIDÃO Amelia Rodrigues
"Meu Deus,
Como eu gostaria de dizer-te que eu amo a vida, Que para mim é bela e é consentida.
Muito obrigado Senhor pelo que me destes, pelo que me dás.
Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz.
Muito obrigado pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza,
Olhos que fitam o céu, a terra e o mar,
Que acompanham a ave ligeira que corre fagueira pelo céu de anil,
Que se detém na terra verde salpicada de flores de tonalidades mil.
Muito obrigado porque eu posso ver o meu amor.
Mas, diante da minha visão, eu enxergo cegos Que andam na escuridão,
Que tropeçam na multidão, Que vivem na solidão.
Por eles eu oro, e a Ti eu imploro comiseração.
Porque eu sei que depois dessa lida, Na outra vida, Eles também enxergarão!
Obrigado pelos ouvidos meus, Que me foram dados por Deus.
Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro,
A melodia do vento nos ramos do salgueiro
E as lágrimas que choram nos olhos do mundo inteiro.
Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça a cantar,
A melodia dos imortais, que a gente ouve uma vez e não esquece nunca mais,
A voz melodiosa que adorna a melancólica do boiadeiro
E a dor que geme e que chora no coração do mundo inteiro.
Pela minha faculdade de ouvir, Pelos surdos, eu Te quero pedir.
Porque eu sei que depois dessa dor, No Teu reino de amor,
Eles voltarão a ouvir! Muito obrigado pela minha voz e pela Sua voz.
Pela voz que ama, que ensina, que canta, que alfabetiza,
Que ilumina, que legisla, Que trauteia uma canção
E que Teu nome profere com sentida emoção.
Diante da minha melodia, Eu quero rogar pelos surdos que sofrem de afazia,
Eles não cantam de noite, Não falam de dia. Oro por eles.
Porque sei que depois dessa prova, Na vida nova, Cantarão!
Obrigado pelas minhas mãos.
Mãos que aram, Mãos que semeiam,
Mãos que agasalham, Mãos de ternura,
Mãos que libertam da amargura, Mãos que apertam mãos,
Mãos de solidariedade, de caridade, Mãos dos adeuses,
Mãos de cirurgias, de psicografias, de poesias,
Mãos de sinfonias. Pelas mãos que atendem à velhice, à dor e ao desamor.
Pelas mãos que no seio embalam o corpo de um filho alheio sem receio E pelos pés,
Que me levam a andar, Sem reclamar.
Muito obrigado Senhor porque eu posso caminhar.
Diante do meu corpo perfeito, Eu Te quero louvar!
Porque hoje vejo na Terra: Aleijados, amputados, marcados e felizes paralisados.
E eu posso bailar. Eu oro por eles.
Porque eu sei que depois dessa expiação,
Na outra reencarnação, Eles também bailarão!
Muito obrigado Senhor, por fim, Pelo meu lar.
É tão maravilhoso ter um lar!
Mas não é importante se esse lar é uma mansão ou uma tapera.
Um nil, um gravato de doce, estar numa favela,
Um bangalô, Seja lá o que for!
Pois se dentro dele existir a figura do Amor.
O amor de mãe ou de pai,
De mulher ou de marido,
Do filho ou do irmão,
A presença de um amigo,
Alguém que nos dê a mão,
Pelo menos a companhia de um cão.
Porque é tão triste viver na solidão.
Mas, se eu a ninguém tiver para me amar,
Nem um teto para me agasalhar,
Nem uma cama para repousar,
Nem aí reclamarei! Nem maldirei!
Pelo contrário, eu cantarei!
Obrigado Senhor porque eu nasci,
Obrigado Senhor porque creio em Ti,
Pelo Teu Amor,
Obrigado Senhor pela Sua atenção.
Muito Obrigado Senhor!!!"
Educandário de luz
Emmanuel

Ninguém se reconheceria fora da paciência e do amor que Jesus nos legou, se todos freqüentássemos a universidade da beneficência, cujos institutos de orientação funcionam, quase sempre nas áreas da retaguarda.
Aí, nos recintos da penúria, as lições são administradas, ao vivo, através das aulas inumeráveis do sofrimento.
Tanto quanto possas e, mais demoradamente nos dias de aflição, quando tudo te pareça convite ao desalento, procura experiência e compreensão nessa escola bendita, alicerçada em necessidades e lágrimas.
Se contratempos te ferem nos assuntos humanos, visita os irmãos enfermos, segregados no hospital, a fim de que possas aprender a valorizar a saúde que te permite trabalhar e renovar a esperança.
Quando te atormente a fome de sucesso nos temas afetivos e a ventura do coração se te afigure tardia, toma contato com aqueles companheiros que habitam furnas abandonadas, para quem a solidão se fez o prato de cada dia.
Ante os empeços da profissão com que o mundo te honra a existência, consagra alguns minutos a escutar o relatório dos pais de família, entregues ao desespero por lhes escassearem recursos à própria subsistência.
E, se experimentas dissabores, perante os filhos que te enriquecem a a alma de esperança e carinho, à face das tribulações que lhes gravam a vida, observa aqueles outros pequeninos que caminham nas trilhas do mundo, sem tutela de pai ou mãe que os resguarde, atirados à noite da criminalidade e da ignorância.
Matricula-te no educandário da caridade e guardarás a força da paciência.
Enriquece de cultura os dotes que te enfeitam a personalidade e realiza na terra os nobres ideais afetivos que te povoam os pensamentos, no entanto, se queres que a felicidade venha morar efetivamente contigo, auxilia igualmente a construir a felicidade dos outros.
Nosso encontro com aqueles que sofrem dificuldades e provações maiores que as nossas será sempre, em qualquer lugar, o nosso mais belo e mais duradouro encontro com Deus.


Mensagem retirada do livro "Paz e Renovação" Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

19 Abril 2005

Decisão e Vontade


Incerteza parece coisa de pouca monta, mas é assunto de importância fundamental no caminho de cada um.
*
As criaturas entram na instabilidade moral, habituam-se a ela, e passam ao domínio das forças negativas sem perceber.
Dizem-se confiantes pela manhã e acabam indecisas à noite.
Freqüentemente rogam em prece:
- Senhor! Eis-me diante de tua vontade!...
Mostra-me o que devo fazer!...
E quando o Senhor lhes revela, através das circunstâncias, o quadro de serviço a expressar-se, conforme as necessidades a que se ajustam, exclamam em desconsolo:
- Quem sou eu para realizar semelhante tarefa?
Não tenho forças.
Ai de mim que sou inútil!...
Sabem que é preciso servir para se renovarem, mas paradoxalmente esperam renovar-se sem servir.
Dispõem de verbo fácil e muitas vezes se proclamam inabilitadas para falar auxiliando a alguém nas construções do Espírito.
Possuem dedos ágeis, quais filtros inteligentes engastados nas mãos; entretanto, costumam asseverar-se inseguras na execução das boas obras.
Ouvem preleções edificantes ou mergulham-se na assimilação de livros nobres, prometendo heroísmo para o dia seguinte, mas, passada a emoção, volvem à estaca zero, à maneira de viajante que desiste de avançar nos primeiros passos de qualquer jornada.
Louvam na rua o equilíbrio e a serenidade e, às vezes, dentro de casa, disputam campeonatos de irritação.
O dever jaz à frente, a oportunidade de elevação surge brilhando, os recursos enfileiram-se para o êxito e realizações chamam urgentes, mas preferem a fuga da obrigação sob o pretexto de que é preciso cautela para evitar o mal, quando o bem francamente lhes bate à porta.
*
Trabalho, ação, aprendizado, melhoria!...
Não te ponhas à espera deles sob a imaginária incapacidade de procurá-los, à vista de imperfeições e defeitos que te marcaram ontem.
Realização pede apoio da fé.
Mãos à obra.
Tudo o que serve para corrigir, elevar, educar e construir, nasce primeiramente no esforço da vontade unida à decisão.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Rumo Certo.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.5a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1991.

13 Abril 2005

VIDA E PROVA
Euríclides Formiga

Na roseira cresce o espinho
Mas cresce a rosa também...
Há muito mal no caminho
Que resulta em grande bem.

Não te revoltes na prova
Que te fere o coração.
A árvore se renova
Depois das folhas no chão.

Suporta em silêncio a cruz
Que te pesa vida afora,
Depois da noite, eis a luz
No resplendor da aurora.

Quem mais sofre nada diz.
Recebe a dor por troféu
E embora seja infeliz,
Escala os degraus do Céu...

Imgem que vejo o espalho
Para os crentes e os ateus:
Dependurado no galho,
O ninho confia em Deus.

Valoriza a própria vida,
Não abandones o lar;
É na família querida
Que se aprende o verbo amar...

A pérola linda e nova
Que a pobre ostra produz,
Recorda o final da prova,
Quando a treva se faz luz...

O pedreiro da floresta,
João-de-Barro cantador,
Trabalha fazendo festa,
Esquecendo a própria dor.

Livro "Juntos Venceremos - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos
Auto-Encontro


A ansiosa busca de afirmação da personalidade leva o indivíduo, não raro, a encetar esforços em favor das conquistas externas, que o deixam frustrado, normalmente insatisfeito.
Transfere-se, então, de uma para outra necessidade que se lhe torna meta prioritária, e, ao ser conseguida, novo desinteresse o domina, deixando-o aturdido.
A sucessão de transferências termina por exauri-lo, ferindo-lhe os interesses reais que ficam á margem.
Realmente, a existência física é uma proposta oportuna para a aquisição de valores que contribuem para a paz e a realização do ser inteligente. Isto, porém, somente será possível quando o centro de interesse não se desviar do tema central, que é a evolução.
Para ser conseguida, faz-se imprescindível uma avaliação de conteúdos, a fim de saber-se o que realmente é transitório e o que é de largo curso e duração.
Essa demorada reflexão selecionará os objetivos reais dos aparentes, ensejando a escolha daqueles que possuem as respostas e os recursos plenificadores.
Hoje, mais do que antes essa decisão se faz urgente, por motivos óbvios, pois que, enquanto escasseiam o equilíbrio individual e coletivo, a saúde e a felicidade, multiplicam-se os desaires e as angústias ceifando os ideais de enobrecimento humano.
*
Se de fato andas pela conquista da felicidade, tenta o auto-encontro.
Utilizando-te da meditação prolongada, penetrar-te-ás, descobrindo o teu ser real, imortal, que aguarda ensejo de desdobramento e realização.
Certamente, os primeiros tentames não te concederão resultados apreciáveis.
Perceberás que a fixação da mente na interiorização será interrompida, inúmeras vezes, pelas distrações habituais do intelecto e da falta de harmonia.
Desacostumado a uma imersão, a tua tentativa se fará prejudicada pela irrupção das idéias arquivadas no inconsciente, determinantes de tua conduta inquieta, irregular, conflitiva.
*
Concordamos que a criatura é conduzida, na maior parte das vezes, pelo inconsciente, que lhe dita o pensamento e as ações, como resultado normal das próprias construções mentais anteriores.
A mudança de hábito necessita de novo condicionamento, a fim de mergulhares nesse oceano tumultuado, atingindo-lhe o limite que concede acesso às praias da harmonia, do autodescobrimento, da realização interior.
Nessa façanha verás o desmoronar de muitas e vazias ambições, que cultivas por ignorância ou má educação; o soçobrar de inúmeros engodos; o desaparecer de incontáveis conflitos que te aturdem e devastam.
Amadurecerás lentamente e te acalmarás, não te deixando mais abater pelo desânino, nem exaltar pelo entusiasmo dos outros.
Ficarás imune à tentação do orgulho e à pedrada da inveja, à incompreensão gratuita e à inimizade perseguidora, porque somente darás atenção à necessidade de valorização do ser profundo e indestrutível que és.
Terminarás por te venceres, e essa será a tua mais admirável vitória.
Não cesses, portanto, logo comeces a busca interior, de dar-lhe prosseguimento se as dificuldades e distrações do ego se te apresentarem perturbadoras.

Franco, Divaldo Pereira.
Da obra: Momentos Enriquecedores.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1994.

02 Abril 2005

A Misericórdia
A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. O ódio e o rancor denotam alma sem elevação, nem grandeza. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada, que paira acima dos golpes que lhe possam desferir. Uma é sempre ansiosa, de sombria suscetibilidade e cheia de fel; a outra é calma, toda mansidão e caridade.
Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua.

PS-> Ao saber do Desencarne do Papa, coloco aqui esta mensagem, que ao ler, lembrou-me dessa figura. Lembremos sempre: "Fazer uma Prece para levar conforto ao Espírito dele, é sempre uma Boa-Ação que o Espírita presta para todos aqueles que Desencarnam.

Um abraço p/ Todos!!!
Ano zero, ano um, ano dois, ano três...
Inicia-se um novo tempo.
São vinte séculos, início do vinte e um, dois mil anos de história:
Ele veio, pão da vida, luz do mundo.
Intenso clarear, poder divino, amor, muito amor.
Na confraternização da paz, Jesus chegou.
Ele veio ! De há muito, o mundo recebia preparo:
Século de Péricles, na Grécia; em Roma, Século de Augusto.
Evolução, mudanças, novos hábitos: nas artes, no trabalho, no ser e no viver.
Clareiras são abertas, limpas as veredas, novo pensamento em tudo.
Pré-tempo do Batista, tempo de Jesus.
Ele veio!
Em cada momento, palavras novas: estórias, parábolas, conselhos;
novo ensino, saber para a eternidade.
Exemplos para um novo coração.
Caminho, verdade, vida...
Agora a noite escura tem estrelas, tudo está iluminado, porque Ele veio!
O mestre não manda recados,
o exemplo é Ele próprio: a manjedoura é simplicidade, o templo, sabedoria, em tudo, a revelação.
Veja quem tem olhos de ver, ouça quem sabe ouvir.
Acima de tudo os bons sentimentos.
Ele veio!
Obrigado, Senhor Deus, obrigado hoje e sempre!
Obrigado de todo o nosso coração, por nos ter enviado Jesus, trazendo-nos a sua paz.
Ele veio!

PS-> Um Abraço para todos os Frequentadores do Blog - E para o Pablo e o Thiago Também!
Bezerra de Menezes

Casimiro Cunha

Aqui - plantando o bem que Deus ensina,
Dando exemplos de amor aos desumanos;
Ali - curando o enfermo, e aos vis tiranos
Mostrando sempre de outros maus a sina...

Passaste a vida assim, tanto aos humanos
Como aos falsos pregando a sã doutrina
Da eterna lei do amor que a Voz Divina
Plantou na Terra há mil e tantos anos...
E hoje em sonhos, à noite, nos espaços
Azuis e intermináveis te contemplo,
Sorrindo de Jesus nos puros braços,
E ouço uma voz dizer no eterno templo:
Feliz aquele que seguir-lhe os passos,
Feliz aquele que seguir-lhe o exemplo.
Fonte: Vida e Obra de Bezerra de Menezes, Sylvio Brito Soares, FEBA Luz de Damasco - Agosto de 2000